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TECNOLOGIA RADIOLÓGICA

Uma abordagem simplificada

Este novo app *Tecnologia Radiológica - Uma abordagem simplificada*, foi desenvolvido com a intenção de oferecer aos estudantes uma base metodológica para a execução correta das projeções utilizadas no diagnóstico por imagem. Após introduzir princípios de radiologia, proteção radiológica e terminologia, a obra organiza o estudo anatômico e das técnicas de posicionamento em capítulos específicos para cada sistema ósseo e órgão.

Tecnologia Radiológica – Uma abordagem simplificada.

Em construção.


Este novo app Tecnologia Radiológica - Uma abordagem simplificada, foi desenvolvido com a intenção de oferecer aos estudantes uma base metodológica para a execução correta das projeções utilizadas no diagnóstico por imagem. Após introduzir princípios de radiologia, proteção radiológica e terminologia, a obra organiza o estudo anatômico e das técnicas de posicionamento em capítulos específicos para cada sistema ósseo e órgão.

O material orienta o aluno na padronização das incidências radiográficas, assegurando a obtenção de imagens diagnósticas adequadas para a interpretação médica. Inclui tanto projeções rotineiras quanto técnicas menos utilizadas, ampliando a abrangência e a utilidade do atlas como manual de referência.

A última parte deste app aborda modalidades especiais de imagem, incluindo radiologia móvel, radiologia cirúrgica, radiologia aplicada ao paciente geriátrico, tomografia computadorizada, cateterismo cardíaco, ressonância magnética, ultrassonografia, medicina nuclear e radioterapia.

Assim, o app Tecnologia Radiológica - Uma abordagem simplificada constitui uma ferramenta essencial tanto na formação acadêmica quanto na prática clínica dos profissionais de diagnóstico por imagem, fornecendo diretrizes técnicas fundamentais para a execução segura e precisa dos exames.

Em radiologia, é fundamental seguir procedimentos adequados para garantir imagens de qualidade diagnóstica. Este capítulo aborda os passos preliminares essenciais na realização de radiografias, desde a preparação do paciente até a avaliação final da imagem.

A precisão e o cuidado nos detalhes são essenciais em cada exploração radiológica. O profissional da radiologia deve estar muito familiarizado com as densidades radiográficas produzidas pelas estruturas anatômicas normais.


Tecnologia Radiológica – Uma abordagem simplificada.

Em construção.


ÍNDICE GERAL.


Capítulo 1. Passos Preliminares de uma Radiografia.

Em construção.


Em radiologia, é fundamental seguir procedimentos adequados para garantir imagens de qualidade diagnóstica. Este capítulo aborda os passos preliminares essenciais na realização de radiografias, desde a preparação do paciente até a avaliação final da imagem.

A precisão e o cuidado nos detalhes são essenciais em cada exploração radiológica. O profissional da radiologia deve estar muito familiarizado com as densidades radiográficas produzidas pelas estruturas anatômicas normais.

Figura 1-2: É necessária densidade radiográfica suficiente para realizar um diagnóstico.

Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição.
Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição.
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.


Capítulo 1. Seção 1. Ética na tecnologia radiológica.

Em construção.


Ética é o termo que se aplica à responsabilidade moral dos profissionais de saúde e à ciência da conduta apropriada perante outros. O trabalho dos profissionais de saúde exige regras estritas de conduta. O médico, que é responsável pelo bem-estar do paciente, depende da honestidade absoluta e integridade de todos os profissionais de saúde para a execução de suas ordens e a comunicação de erros.



Capítulo 1. Seção 1. Ética na tecnologia radiológica.

Em construção.


CÓDIGO DE ÉTICA DA ASRT.

  1. O TER comporta-se de forma profissional, responde às necessidades dos pacientes e apoia seus colegas e colaboradores na hora de proporcionar um atendimento de qualidade aos pacientes.
  2. O TER age para avançar o principal objetivo da profissão: proporcionar serviços humanitários com total respeito pela dignidade da condição humana.
  3. O TER presta assistência e serviços aos pacientes não limitados por atributos pessoais ou pela natureza da doença ou patologia e sem discriminações por causa de sexo, raça, crença, religião ou status socioeconômico.
  4. O TER aplica uma tecnologia baseada em conhecimentos e conceitos teóricos, utiliza os equipamentos e acessórios adequados para o fim para o qual foram desenhados e leva a cabo os procedimentos e técnicas de forma apropriada.
  5. O TER avalia as situações; procede com cuidado, discrição e julgamento; assume as responsabilidades das decisões profissionais e age no melhor interesse do paciente.
  6. O TER age como um agente através da observação e da comunicação com o fim de obter a informação pertinente para que o médico ajude no diagnóstico e tratamento do paciente. Reconhece que a interpretação e o diagnóstico encontram-se fora dos limites da prática de sua profissão.
  7. O TER utiliza equipamentos e acessórios; emprega técnicas e procedimentos; leva a cabo trabalhos de acordo com os padrões aceitos da prática, e demonstra sua experiência na hora de minimizar a exposição à radiação do paciente, de si mesmo e de outros membros da equipe de saúde.
  8. O TER guia-se segundo a conduta ética adequada para sua profissão e protege o direito do paciente a um atendimento de tecnologia radiológica de qualidade.
  9. O TER respeita a confiança que nele é depositada no curso de sua prática profissional, respeita o direito do paciente à sua privacidade e só revela informação confidencial de acordo com a lei ou para proteger o bem-estar do indivíduo ou da comunidade.
  10. O TER esforça-se continuamente para melhorar seu conhecimento e capacidades participando de atividades educacionais e profissionais, compartilhando conhecimentos com seus colegas e pesquisando aspectos novos e inovadores da prática profissional. Um meio disponível para melhorar os conhecimentos e capacidades é a educação profissional continuada.

CÓDIGO DE ÉTICA DA CAMRT.

O código de ética, adotado em junho de 1991, requer que todos os membros façam o seguinte:

  • Forneçam serviços com dignidade e respeito a todas as pessoas independentemente de sua raça, origem nacional ou étnica, cor, sexo, religião, idade, tipo de doença e situação física ou mental.
  • Estimulem a confiança do público através de elevados padrões de competência profissional, conduta e aparência.
  • Levem a cabo todos os procedimentos técnicos com a devida atenção aos padrões atuais sobre segurança frente à radiação.
  • Realizem só aqueles procedimentos para os quais tenham a qualificação necessária a não ser que tais procedimentos lhes tenham sido adequadamente delegados pela autoridade médica responsável, tendo recebido a formação precisa até um nível aceitável de competência.
  • Exerçam só aquelas disciplinas da técnica radiológica médica para as quais disponham de certificação da CAMRT e das quais tenham competências atuais.


Capítulo 1. Seção 2. O receptor de imagem.

Em construção.


Em uma radiografia, o receptor de imagem (RI) é o dispositivo que coleta a energia do feixe de raios X e cria a imagem da zona corporal. Em radiodiagnóstico, o RI será um dos quatro seguintes dispositivos:

  1. Um chassi com placa: um dispositivo que contém telas intensificadoras especiais que emitem luz quando são atingidas pelos raios X e imprimem a imagem de ditos raios X sobre uma placa. Requer o uso de um quarto escuro, no qual se revela a placa em uma processadora. Uma vez revelada, a imagem radiográfica emonta placa já está pr para ser vista em um negatoscópio (fig. 1-1, A).
Figura 1-1 A. Chassi radiográfico convencional, aberto e mostrando uma folha de placa radiográfica.
Figura 1-1 A. Chassi radiográfico convencional, aberto e mostrando uma folha de placa radiográfica.
  1. A placa de imagens (PI): um dispositivo utilizado para a radiografia computadorizada (CR), semelhante a uma tela intensificadora convencional. A PI está alojada em um chassi especialmente desenhado que contém fósforo com o fim de armazenar a imagem dos raios X. A PI é um componente dos novos sistemas de radiografia "digital". O chassi é inserido em um dispositivo leitor que escaneia a PI com um laser. A imagem radiográfica é convertida a um formato digital e pode ser vista no monitor de um computador ou impressa em um filme (fig. 1-1, B).
Figura 1-1 B. Chassi de CR, contém uma lâmina de armazenamento de imagens de fosfeto que guarda a imagem radiográfica.
Figura 1-1 B. Chassi de CR, contém uma lâmina de armazenamento de imagens de fosfeto que guarda a imagem radiográfica.


Capítulo 1. Seção 2. O receptor de imagem.

Em construção.


  1. Detectores em estado sólido: um painel plano de transistor com película fina (TPF) detector ou um dispositivo de cargas acopladas (DCA) que são utilizados para adquirir radiografia digital direta (RDD). A este tipo de sistema de obtenção digital de imagens se denomina "sem chassi", porque não utiliza nem chassi nem PI. O painel detector plano ou o DCA integrados em uma mesa ou outro dispositivo de raios X capturam a imagem radiográfica e a convertem diretamente a um formato digital. Pode-se ver então a imagem no monitor de um computador ou imprimi-la em placa (fig. 1-1, C). O painel plano detector de RDD é um componente dos novos sistemas de radiografia "digital".
Figura 1-1 C. Radiografia direta, equipamento radiográfico torácico. Situa-se um detector de painel plano atrás da unidade (seta), o qual armazena a imagem radiográfica.
Figura 1-1 C. Radiografia direta, equipamento radiográfico torácico. Situa-se um detector de painel plano atrás da unidade (seta), o qual armazena a imagem radiográfica.
  1. Tela radioscópica: os raios X incidem sobre uma tela radioscópica, na qual se forma a imagem, que é transmitida posteriormente a um monitor de televisão através de uma câmera. Trata-se de um dispositivo "em tempo real" no qual a parte do corpo é visualizada ao vivo em uma televisão (fig. 1-1, D).
Figura 1-1 D. A tela radioscópica localizada sob a torre de radioscopia (seta) transmite a imagem radiográfica a uma câmera e depois a uma televisão para sua visualização em "tempo real".
Figura 1-1 D. A tela radioscópica localizada sob a torre de radioscopia (seta) transmite a imagem radiográfica a uma câmera e depois a uma televisão para sua visualização em "tempo real".

A escolha do receptor de imagem adequado depende de vários fatores, incluindo o tipo de exame, a disponibilidade de equipamento e as preferências da instituição. Cada tipo de receptor tem suas vantagens e limitações específicas.



Capítulo 1. Seção 3. A radiografia.

Em construção.


Deve ser completado com precisão cada passo na hora de um procedimento radiográfico para garantir que a máxima quantidade de informação fica registrada na imagem. Esta informação que resulta da realização de uma exploração radiológica demonstra geralmente a presença ou ausência de uma alteração ou traumatismo. Esta informação ajuda no diagnóstico e tratamento do paciente. A precisão e o cuidado nos detalhes são essenciais em cada exploração radiológica.

O profissional da radiologia deve estar muito familiarizado com as densidades radiográficas produzidas pelas estruturas anatômicas normais. Para desenvolver a capacidade de analisar adequadamente as radiografias e de corrigir ou evitar erros na hora de levar a cabo uma exploração, o técnico deve analisar as radiografias desde os seguintes pontos de vista:

  1. Superposição: deve-se revisar a relação das superposições anatômicas com seu tamanho, forma, posição e angulação.
  2. Estruturas adjacentes: cada estrutura anatômica deve ser comparada com as adjacentes e analisada para garantir que dita estrutura se encontra presente e se demonstra adequadamente.
  3. Densidade óptica (DO): também conhecida como o grau de escurecimento da placa, a densidade óptica de uma radiografia deve encontrar-se dentro de uma faixa diagnóstica. Se uma radiografia está muito clara ou escura torna-se difícil ou impossível um diagnóstico preciso (fig. 1-2). Se for precisa uma modificação da técnica, devem ser considerados cada um dos seguintes fatores primários que controlam a densidade:
    • Miliamperes (mA)
    • Tempo de exposição (segundos)
    • Miliamperes-segundo (mAs)

Figura 1-2: É necessária densidade radiográfica suficiente para realizar um diagnóstico.

Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição
Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.
  1. Contraste: o contraste, ou a diferença em densidade entre duas zonas quaisquer de uma radiografia, deve ser o suficiente como para permitir a diferenciação radiográfica de estruturas adjacentes com diferentes densidades teciduais. Produz-se uma ampla faixa de níveis de contraste entre a variedade de explorações radiográficas levadas a cabo (fig. 1-3). Uma imagem de baixo contraste apresenta muitos níveis de densidade, enquanto que uma imagem com alto contraste só mostra uns poucos níveis. O fator principal que controla o contraste radiográfico é o pico de quilovoltagem (kVp).

Figura 1-3: É necessário um contraste suficiente para se obter um diagnóstico. São mostradas duas escalas diferentes de contraste no cotovelo.

Figura 1-3 A - Escala ampla (baixo contraste).
Figura 1-3 A - Escala ampla (baixo contraste).
Figura 1-3 B - Escala curta (contraste elevado).
Figura 1-3 B - Escala curta (contraste elevado).
  1. Detalhes registrados: o detalhe recolhido, ou a capacidade de visualizar estruturas pequenas, deve ser suficiente como para demonstrar claramente a parte anatômica em estudo (fig. 1-4). O detalhe registrado é controlado principalmente pelo seguinte:
    • Geometria
    • Placa
    • PI de fósforo (digital)
    • Painel detector plano (digital)
    • Distância
    • Tela
    • Tamanho do ponto focal
    • Movimento

Figura 1-4: Diferentes níveis de registro do detalhe.

Figura 1-4 A - É possível apreciar um registro excelente dos detalhes através desta radiografia das artérias da cabeça.
Figura 1-4 A - É possível apreciar um registro excelente dos detalhes através desta radiografia das artérias da cabeça.
Figura 1-4 B - Registro escasso dos detalhes. Observe as margens borradas das artérias e das estruturas ósseas nesta imagem (setas).
Figura 1-4 B - Registro escasso dos detalhes. Observe as margens borradas das artérias e das estruturas ósseas nesta imagem (setas).
  1. Ampliação: deve-se avaliar a ampliação da parte corporal tendo em conta os fatores que a controlam da distância objeto-receptor de imagem (DORI), ou o quão afastada se encontra a parte corporal do RI e a distância foco-receptor de imagem (DFRI), ou o quão afastado se halla o tubo do RI. Todas as radiografias apresentam algum grau de ampliação porque todas as partes do corpo são tridimensionais (fig. 1-5).

Figura 1-5: Magnificação de uma parte do corpo.

Figura 1-5 A. Projeção AP do cotovelo com um nível de magnificação normal.
Figura 1-5 A. Projeção AP do cotovelo com um nível de magnificação normal.
Figura 1-5 B. A mesma projeção com o cotovelo magnificado.
Figura 1-5 B. A mesma projeção com o cotovelo magnificado.
  1. Distorção da forma: deve-se analisar a distorção da forma da parte corporal e estudar os seguintes fatores que a controlam de forma primária:
    • Alinhamento
    • Raio central
    • Parte anatômica
    • RI
    • Angulação

Um exemplo de distorção da forma é quando um osso se projeta mais alongado ou encurtado do que realmente é. Uma distorção é uma representação equivocada do tamanho ou a forma de qualquer estrutura anatômica (fig. 1-6).

Figura 1-6: Distorção de uma parte do corpo.

Figura 1-6 A. Escápula óssea não distorcida.
Figura 1-6 A. Escápula óssea não distorcida.
Figura 1-6 B. O mesmo osso projetado com encurtamento em relação a A e distorcido.
Figura 1-6 B. O mesmo osso projetado com encurtamento em relação a A e distorcido.

São chaves um extenso conhecimento da anatomia e uma capacidade para analisar corretamente as radiografias, especialmente para aqueles técnicos que trabalham sem um radiologista de presença constante. Neste último caso o médico do paciente deve poder delegar no técnico para que realize a fase técnica das explorações sem supervisão.



Capítulo 1. Seção 3. A radiografia.

Em construção.


APRESENTAÇÃO DAS RADIOGRAFIAS.

As radiografias geralmente são apresentadas de acordo com as preferências do médico que as interpreta. Como os métodos de apresentação das imagens radiográficas foram desenvolvidos em grande parte através de costumes, não há regras fixas estabelecidas. No entanto, o radiologista, que é o responsável por realizar o diagnóstico com base na exploração radiográfica, e o técnico, que é quem realiza a exploração, seguem padrões tradicionais de prática, independentemente de como as radiografias sejam colocadas no dispositivo de visualização. Na prática clínica, o dispositivo de visualização é geralmente denominado negatoscópio.

POSIÇÃO ANATÔMICA.

As radiografias geralmente são colocadas e orientadas no negatoscópio de forma que a pessoa que olha as imagens veja a parte corporal analisada na posição anatômica. A posição anatômica refere-se ao paciente em bipedestação com o rosto e os olhos direcionados para frente, os braços estendidos para os lados com as palmas das mãos direcionadas para frente, os calcanhares juntos e os dedos grandes dos pés apontando anteriormente (fig. 1-7). Quando uma radiografia é mostrada desta forma, o lado esquerdo do paciente está situado à direita do observador e vice-versa (fig. 1-8). Os profissionais da medicina sempre descrevem o corpo, uma parte dele ou um movimento corporal a partir da posição anatômica.

Figura 1-7: Paciente na posição anatômica. A maioria das radiografias é colocada no negatoscópio com as partes do corpo de acordo com esta posição.
Figura 1-7: Paciente na posição anatômica. A maioria das radiografias é colocada no negatoscópio com as partes do corpo de acordo com esta posição.
Figura 1-8: Radiologista interpretando a radiografia do ombro esquerdo do paciente.
Figura 1-8: Radiologista interpretando a radiografia do ombro esquerdo do paciente.

Observe que a radiografia está colocada no negatoscópio com o lado esquerdo do paciente no lado direito do observador. O radiologista visualizou espacialmente a anatomia do paciente na posição anatômica e colocou então a radiografia no negatoscópio nessa posição.

Posteroanterior e anteroposterior.

Na figura 1-9, A, ilustra-se a parte anterior (frontal) do tórax de um paciente posicionado com a parte mais próxima ao RI para uma projeção posteroanterior (PA). A figura 1-9, B, ilustra a parte posterior (costas) do tórax do paciente como a mais próxima ao RI para uma projeção anteroposterior (AP). Independentemente de qual seja a superfície corporal anterior ou posterior mais próxima ao RI, a radiografia geralmente é posicionada na posição anatômica (fig. 1-10). (A terminologia sobre as posições é descrita em detalhes no capítulo 3.)

figuras 1-9 e 1-10: Ambas as radiografias mostram corretamente a anatomia na posição anatômica apesar de o paciente ter sido posicionado de forma diferente. Observe que o lado esquerdo do paciente fica à sua direita, como se o paciente estivesse olhando para você de frente.

Figura 1-9 A. Paciente posicionado para uma projeção PA do tórax. A parte anterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-9 A. Paciente posicionado para uma projeção PA do tórax. A parte anterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-10 A. Projeção PA do tórax.
Figura 1-10 A. Projeção PA do tórax.
Figura 1-9 B. Paciente posicionado para uma projeção AP do tórax. A parte posterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-9 B. Paciente posicionado para uma projeção AP do tórax. A parte posterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-10 B. Projeção AP do tórax do mesmo paciente de A.
Figura 1-10 B. Projeção AP do tórax do mesmo paciente de A.

As exceções a estas diretrizes incluem as mãos, os dedos, os punhos, os pés e os dedos do pé. As radiografias de mãos, dedos e punhos geralmente são apresentadas com os dedos direcionados para o teto. As radiografias dos pés e seus dedos também são colocadas no negatoscópio com os dedos apontando para o teto. As radiografias de mãos, punhos, pés e dedos são vistas da perspectiva do tubo de raios X, ou exatamente como a anatomia foi projetada sobre o RI (figs. 1-11 e 1-12). Esta perspectiva significa que a pessoa que está olhando as radiografias está na mesma posição que o tubo de raios X.

Figura 1-11 Posicionamento adequado do paciente e da parte do corpo em estudo para uma projeção PA da mão esquerda.
Figura 1-11 Posicionamento adequado do paciente e da parte do corpo em estudo para uma projeção PA da mão esquerda.
Figura 1-12 A. Mão esquerda posicionada sobre o RI. Esta vista é tirada da perspectiva do tubo de raios X.
Figura 1-12 A. Mão esquerda posicionada sobre o RI. Esta vista é tirada da perspectiva do tubo de raios X.
Figura 1-12 B. A radiografia da mão esquerda é colocada no negatoscópio da mesma forma, com os dedos direcionados para cima.
Figura 1-12 B. A radiografia da mão esquerda é colocada no negatoscópio da mesma forma, com os dedos direcionados para cima.

Radiografias laterais.

As radiografias laterais são obtidas com o lado direito ou esquerdo do paciente posicionado junto ao RI. Geralmente são colocadas no negatoscópio com a mesma orientação como se o observador estivesse olhando para o paciente da perspectiva do tubo de raios X pelo lado onde os raios X entram inicialmente no paciente; exatamente como as radiografias das mãos, os punhos, os pés e os dedos. Outra forma de descrever é apresentar a radiografia de forma que o lado do paciente mais próximo ao RI durante o procedimento seja também o lado da imagem mais próximo ao negatoscópio. Por exemplo, na figura 1-13 apresenta-se um paciente posicionado para uma radiografia lateral esquerda do tórax. A radiografia lateral esquerda do tórax é colocada no negatoscópio como mostrado na figura 1-14. Uma posição torácica lateral direita e sua radiografia acompanhante estariam e seriam mostradas de forma oposta às mostradas nas figuras 1-13 e 1-14.

Figura 1-13 Posicionamento adequado de um paciente para uma radiografia lateral do tórax. Observe que a parte esquerda do paciente é a que fica de frente para o RI.
Figura 1-13 Posicionamento adequado de um paciente para uma radiografia lateral do tórax. Observe que a parte esquerda do paciente é a que fica de frente para o RI.
Figura 1-14 Radiografia lateral esquerda do tórax, posicionada no negatoscópio de acordo com a anatomia visível da perspectiva do tubo de raios X.
Figura 1-14 Radiografia lateral esquerda do tórax, posicionada no negatoscópio de acordo com a anatomia visível da perspectiva do tubo de raios X.

Radiografias oblíquas.

As radiografias oblíquas são obtidas quando o corpo do paciente é rotacionado de forma que a projeção obtida não seja frontal, posterior ou lateral (fig. 1-15). Estas radiografias são vistas com a anatomia do paciente na posição anatômica (fig. 1-16).

Figura 1-15 Paciente posicionado em posição oblíqua anterior esquerda (OAE) para a obtenção de uma projeção PA oblíqua do tórax.
Figura 1-15 Paciente posicionado em posição oblíqua anterior esquerda (OAE) para a obtenção de uma projeção PA oblíqua do tórax.
Figura 1-16 A radiografia PA oblíqua do tórax é posicionada no negatoscópio com a anatomia na posição anatômica. Observe que o lado esquerdo do paciente fica à sua direita, como se o paciente estivesse olhando para você de frente.
Figura 1-16 A radiografia PA oblíqua do tórax é posicionada no negatoscópio com a anatomia na posição anatômica. Observe que o lado esquerdo do paciente fica à sua direita, como se o paciente estivesse olhando para você de frente.

Outras radiografias.

Ao longo deste atlas são descritas muitas outras projeções radiográficas que são realizadas com bastante menor frequência. O método mais frequente de apresentação destas radiografias utilizado no departamento de radiologia e na maioria das áreas da prática clínica é geralmente a posição anatômica ou a perspectiva do tubo de raios X; no entanto, há exceções. Alguns médicos preferem visualizar todas as radiografias da perspectiva do tubo de raios X em vez da posição anatômica. O neurocirurgião, por exemplo, opera pela parte posterior do corpo e não visualiza, portanto, as radiografias da coluna nem da posição anatômica nem da perspectiva do tubo de raios X. As radiografias são mostradas com o lado direito do paciente no lado direito do neurocirurgião, como se este estivesse vendo a parte posterior do paciente. O que o cirurgião está visualizando na radiografia é exatamente o que se vê na área do corpo aberta durante a intervenção cirúrgica.



Capítulo 1. Seção 4. História Clínica.

Em construção.


O técnico é o responsável por realizar as explorações radiológicas de acordo com o procedimento padrão do departamento, exceto quando este estiver contraindicado pela situação do paciente. O radiologista é um médico credenciado para ler ou interpretar as explorações com raios X. À medida que o trabalho do radiologista aumenta, o tempo de que dispõe para se dedicar aos aspectos técnicos da radiologia diminui. Esta situação faz com que o radiologista dependa mais do técnico no controle dos aspectos técnicos do atendimento aos pacientes.

Esta responsabilidade adicional torna necessário que o técnico conheça o seguinte:

  • A anatomia normal e as variantes anatômicas normais, de forma que possa posicionar os pacientes com precisão.
  • As características radiológicas de numerosas alterações frequentes.


Capítulo 1. Seção 4. História Clínica.

Em construção.


Embora o técnico não seja o responsável por explicar a causa, o diagnóstico e o tratamento de uma doença, é sua responsabilidade profissional obter uma imagem que demonstre claramente a alteração. Quando o médico não vê o paciente, o técnico é o responsável por obter o histórico clínico necessário e por perceber qualquer alteração aparente que possa afetar o resultado radiográfico (fig. 1-17). Exemplos disso incluem perceber icterícia ou edema, massas na superfície corporal que possam projetar densidades confundíveis com alterações internas, tatuagens que contenham pigmentos ferrosos, cicatrizes superficiais que possam ser radiograficamente visíveis e algumas vestimentas decorativas ou ornamentais. O médico deve dar instruções específicas sobre quais informações são necessárias se o técnico tiver que assumir tal responsabilidade.

Figura 1-17 O técnico é frequentemente responsável por obter o histórico clínico do paciente.
Figura 1-17 O técnico é frequentemente responsável por obter o histórico clínico do paciente.

A solicitação feita ao técnico deve identificar claramente a região específica a ser radiografada e o diagnóstico suspeito ou conhecido. O paciente deve ser posicionado e os fatores de exposição selecionados de acordo com a região envolvida e as características radiológicas da alteração existente. Os técnicos devem compreender a base subjacente do exame; caso contrário, não serão obtidas radiografias com valor diagnóstico. A disponibilidade de informações com antecedência evita atrasos, incômodos e, o que é mais importante, a exposição desnecessária dos pacientes à radiação.



Capítulo 1. Seção 5. Prática Clínica Avançada.

Em construção.


Em resposta ao volume crescente de trabalho do radiologista, foi desenvolvida uma prática clínica avançada dos TER (Técnicos Especialistas em Radiodiagnóstico). Este papel clínico avançado permite que o técnico atue como uma "extensão do radiologista", de forma muito similar a como atua um médico em formação com um médico de família. Estes técnicos desempenham um papel fundamental nas atividades de atendimento aos pacientes, realizam procedimentos radiológicos selecionados sob supervisão do radiologista e podem ser os responsáveis por fazer as observações iniciais sobre as imagens, que são encaminhadas ao radiologista supervisor para sua incorporação ao laudo final. Atualmente, estão sendo utilizados os títulos de radiologista colaborador (RCo) e de técnico especialista em radiodiagnóstico (TER) para designar os técnicos que realizam estes serviços clínicos avançados dentro de um departamento de diagnóstico por imagem. Os requisitos para esta prática incluem a certificação de TER pela ARRT, a formação adicional pertinente e a experiência clínica sob a supervisão de um radiologista. Os RCo e os TER também elaboram laudos de exames de nível avançado.



Capítulo 1. Seção 6. Exploração Inicial.

Em construção.


As radiografias obtidas para a avaliação inicial de qualquer parte do corpo são baseadas na anatomia ou no funcionamento de dita parte e no tipo de alteração que o histórico clínico sugere. As radiografias que são adquiridas durante a exploração inicial costumam ser o mínimo indispensável para a detecção de qualquer alteração demonstrável na área. Posteriormente, são obtidas projeções adicionais conforme a necessidade. Com este método, economiza-se tempo, eliminam-se projeções desnecessárias e reduz-se a exposição dos pacientes à radiação.



Capítulo 1. Seção 7. Diagnóstico e o Técnico.

Em construção.


O paciente geralmente se encontra naturalmente ansioso pelos resultados do exame e faz perguntas. O técnico deve, com tato, informar ao paciente que o médico solicitante receberá o laudo assim que o radiologista tiver interpretado as radiografias. Os médicos solicitantes também podem fazer perguntas ao técnico, mas este deverá indicar que se dirijam ao radiologista correspondente.



Capítulo 1. Seção 8. Cuidados na Sala de Exploração Radiográfica.

Em construção.


A sala de exame radiográfico deve estar tão escrupulosamente limpa como qualquer outra sala que seja utilizada para fins médicos. As partes mecânicas do equipamento de raios X, como a mesa de exames, as estruturas de suporte e o colimador, devem ser limpas diariamente com um pano limpo (não encharcado). As partes metálicas do equipamento devem ser desinfetadas periodicamente. O sistema de teto, o tubo de raios X e outras partes que conduzam eletricidade devem ser limpos com álcool ou um pano seco limpo. Nunca se utiliza água para a limpeza das partes elétricas.

A superfície da mesa deve ser limpa após cada exame. Os cones, colimadores, sistemas de compressão, protetores gonadais e outros acessórios devem ser limpos diariamente e após qualquer contato com um paciente. Devem ser removidos os resíduos de esparadrapo que ficarem nos chassis e suportes de chassis, e estes devem ser desinfetados. Os chassis devem ser protegidos de pacientes que estejam sangrando, e as capas protetoras descartáveis devem ser manuseadas de forma a não entrarem em contato com úlceras ou outras lesões supurativas. A utilização de chassis sujos ou danificados é inescusável e não é uma atitude profissional.

A sala radiográfica deve estar preparada para o exame antes da chegada do paciente. Ela deve estar limpa e organizada, não desarrumada pelo exame anterior (fig. 1-18). Roupa limpa deve ser colocada sobre a mesa e as almofadas, e os acessórios que serão necessários durante o exame devem ser posicionados nas proximidades. Estes passos prévios ao exame exigem apenas alguns minutos, mas criam uma impressão positiva e duradoura nos pacientes; a não realização desses passos antecipadamente deixa uma impressão negativa.



Capítulo 1. Seção 8. Cuidados na Sala de Exploração Radiográfica.

Em construção.


Figura 1-18: Imagem comparando uma sala de exame radiográfico organizada e outra desorganizada.

Figura 1-18 A. A sala radiográfica deve estar sempre limpa e organizada antes de iniciar qualquer exame.
Figura 1-18 A. A sala radiográfica deve estar sempre limpa e organizada antes de iniciar qualquer exame.
Figura 1-18 B. Esta sala não está preparada para receber um paciente. Observe os dispositivos armazenados no chão e os aventais e toalhas usados pelo paciente anterior sobre a mesa. A sala não apresenta um aspecto acolhedor para um paciente.
Figura 1-18 B. Esta sala não está preparada para receber um paciente. Observe os dispositivos armazenados no chão e os aventais e toalhas usados pelo paciente anterior sobre a mesa. A sala não apresenta um aspecto acolhedor para um paciente.


Capítulo 1. Seção 9. Precauções Padrão.

Em construção.


Os técnicos estão envolvidos no cuidado de pessoas doentes e, portanto, devem se familiarizar amplamente com as precauções padrão. Eles devem saber como lidar com pacientes em isolamento sem contaminar as mãos, a roupa ou o equipamento, e também devem saber o método para desinfetar esses itens quando forem contaminados.

A lavagem das mãos é o método mais conveniente e simples para evitar a disseminação de microrganismos (fig. 1-19, A). Os técnicos devem lavar as mãos antes e depois de atender cada paciente. As mãos devem sempre ser lavadas, sem exceção, nas seguintes situações específicas:

  • Após examinar pacientes com doenças transmissíveis conhecidas.
  • Após entrar em contato com sangue ou fluidos corporais.
  • Antes de iniciar procedimentos invasivos.
  • Antes de tocar pacientes que estejam em risco de infecções.
Figura 1-19 A. Os técnicos devem manter uma limpeza escrupulosa, o que inclui a lavagem regular das mãos.
Figura 1-19 A. Os técnicos devem manter uma limpeza escrupulosa, o que inclui a lavagem regular das mãos.

Como um dos primeiros passos na técnica asséptica, as mãos dos técnicos devem estar macias e livres de aspereza ou rachaduras, graças ao uso frequente de cremes. Todas as abrasões devem ser protegidas com curativos para evitar a penetração de bactérias.

Para a proteção da saúde dos técnicos e dos pacientes, é necessário obedecer às leis de asepsia e profilaxia. Os técnicos devem manter uma limpeza escrupulosa ao lidar com pacientes, saibam eles ou não que os pacientes têm doenças infecciosas.



Capítulo 1. Seção 9. Precauções Padrão.

Em construção.


Se um técnico for examinar a cabeça, o rosto ou os dentes do paciente, é aconselhável que o paciente veja o técnico lavar as mãos antes. Se isso não for possível, o técnico deve, então, lavar as mãos e entrar na sala secando-as com uma toalha limpa. Se o rosto do paciente entrar em contato com a parte frontal do RI ou com a mesa, o paciente deve ver o técnico limpar o dispositivo com um desinfetante ou cobri-lo com um pano limpo.

É necessário manter um suprimento suficiente de aventais e luvas descartáveis em uma sala de radiografia para uso no manejo de pacientes infecciosos. Após examinar pacientes infecciosos, os técnicos devem lavar as mãos com água morna corrente e sabão, enxaguando-as e secando-as completamente. Se a pia não tiver um controle de joelho para o fornecimento de água, o técnico deve abrir a torneira com uma toalha de papel. Após uma lavagem adequada das mãos, o técnico fecha a referida torneira com uma toalha de papel.

Antes de trazer um paciente de uma unidade de isolamento para o departamento de radiologia, a pessoa que o transporta deve envolver a maca ou a cadeira de rodas com um lençol limpo para evitar a contaminação de qualquer coisa que o paciente possa tocar. Quando o paciente precisar ser transferido para a mesa de radiografia, esta deve ser coberta com um lençol. As bordas do lençol podem ser dobradas sobre o paciente de forma que o técnico possa posicionar o paciente pelo lado limpo do lençol, sem se contaminar.

Um lençol dobrado deve ser colocado sobre a extremidade da maca ou da mesa para proteger o RI quando for utilizada uma técnica sem Bucky (grade antidifusora). O RI é então posicionado na dobra limpa do lençol, e com as mãos também na dobra limpa, o técnico pode posicionar o paciente através do lençol. Se o técnico precisar mover o paciente diretamente, um assistente deve posicionar o tubo e manusear o equipamento para evitar a contaminação. Se o paciente tiver áreas úmidas ou fluidos corporais na superfície que possam entrar em contato com o RI, deve ser usada uma cobertura de material impermeável para proteger o RI.

Quando o exame for concluído, as roupas contaminadas devem ser dobradas com o lado limpio para fora e devolvidas ao quarto com o paciente. Lá, elas serão tratadas com o cuidado especial dispensado às roupas usadas nas unidades de isolamento de pacientes ou descartadas de acordo com a política estabelecida pela instituição. Todas as mesas de radiografia que entraram em contato com pacientes com a pele exposta e as que foram usadas com pacientes com doenças de notificação obrigatória devem ser limpas (fig. 1-19, B).

Figura 1-19 B. As mesas e equipamentos radiográficos devem ser limpos com um desinfetante de acordo com as normas do serviço.
Figura 1-19 B. As mesas e equipamentos radiográficos devem ser limpos com um desinfetante de acordo com as normas do serviço.


Capítulo 1. Seção 10. Desinfetantes e Antissépticos.

Em construção.


As substâncias químicas que eliminam bactérias patogênicas são classificadas como germicidas e desinfetantes (p. ex., emprega-se ocasionalmente água sanitária diluída como desinfetante). A desinfecção é o processo de eliminação de unicamente aqueles organismos que sejam patogênicos. A objeção ao uso de muitos desinfetantes químicos é que para ser efetivos devem empregar-se em soluções tão potentes que danam o material que está sendo desinfetado. Às substâncias químicas que inibem o crescimento sem necessariamente matar os microorganismos patogênicos se lhes denomina antissépticos. O álcool, que se utiliza habitualmente para a asepsia médica ou prática em instituições sanitárias, tem propriedades antissépticas mas não desinfetantes. A esterilização, que se leva a cabo geralmente por meio de calor ou substâncias químicas, é a destruição de todos os microorganismos.

Na prática radiológica, é essencial compreender a diferença entre estes processos e aplicar o método adequado para cada situação:

  • Limpeza: remoção física de sujeira e matéria orgânica através de água e detergentes.
  • Desinfecção: eliminação da maioria dos microorganismos patogênicos, mas não necessariamente todas as formas microbianas (como esporos bacterianos).
  • Esterilização: destruição completa de todas as formas de vida microbiana, incluindo esporos.

A escolha do método apropriado depende do tipo de equipamento ou superfície a ser tratada, do nível de risco de infecção associado e das diretrizes institucionais.



Capítulo 1. Seção 10. Desinfetantes e Antissépticos.

Em construção.


Os desinfetantes mais comumente utilizados em ambientes de saúde incluem:

  • Compostos de amônia quaternária: eficazes contra bactérias, alguns vírus e fungos. São relativamente seguros e não danificam a maioria dos materiais.
  • Compostos clorados: como o hipoclorito de sódio (água sanitária), são eficazes contra uma ampla gama de microorganismos, mas podem ser corrosivos para alguns materiais.
  • Álcoois: geralmente etanol ou isopropanol em concentrações de 60-90%, são eficazes contra bactérias, vírus e fungos, mas não têm ação residual.
  • Compostos fenólicos: eficazes contra bactérias (incluindo micobactérias), fungos e alguns vírus.
  • Peróxido de hidrogênio: eficaz contra bactérias, esporos, vírus e fungos.

Para a desinfecção de equipamentos radiológicos, é importante seguir as recomendações do fabricante, pois alguns desinfetantes podem danificar componentes sensíveis. Em geral:

  • As superfícies externas dos equipamentos podem ser limpas com soluções de álcool a 70% ou compostos de amônia quaternária.
  • Para componentes eletrônicos, devem ser utilizados produtos específicos que não causem danos.
  • Os acessórios que entram em contato direto com pacientes, como cintas ou suportes, podem requerer desinfetantes de nível intermediário.

Independentemente do desinfetante utilizado, é fundamental seguir as instruções de diluição, tempo de contato e método de aplicação para garantir sua eficácia.



Capítulo 1. Seção 11. Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Em construção.


Para a proteção dos trabalhadores sanitários, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, estabeleceram recomendações para o manejo do sangue e outros fluidos corporais. De acordo com os CDC, todo o sangue humano e determinados fluidos corporais devem ser tratados como se contivessem microorganismos patogênicos (quadro 1-1). Estas precauções há que aplicá-las a todos os contatos que impliquem aos pacientes. Os trabalhadores sanitários devem levar luvas sempre que entrem em contato com sangue, membranas mucosas, feridas e qualquer superfície ou fluido corporais que contenham sangue. Em qualquer procedimento no qual exista o risco de salpicar ou manchar com sangue ou outros fluidos corporais, o técnico deve levar uma máscara, proteção ocular (p. ex., protetores oculares, óculos) e uma bata.

QUADRO 1-1.
Líquidos corporais que podem conter microorganismos patogênicos.
Sangue. Líquido sinovial.
Qualquer líquido que contenha sangue. Líquido cefalorraquidiano.
Líquido seminal. Líquido amniótico.
Fluxo vaginal. Líquido pericárdico.
Urina. Escarro.
Líquido pleural. .

Os trabalhadores sanitários devem tomar precauções para evitar punções acidentais com agulhas. Nunca há que voltar a tampar, dobrar, romper ou recortar as agulhas. Em vez disso, devem-se colocar em um contentor à prova de punções e descartá-las adequadamente (fig. 1-20).

Figura 1-20: Todas as agulhas devem ser descartadas em recipientes resistentes a punções.
Figura 1-20: Todas as agulhas devem ser descartadas em recipientes resistentes a punções.


Capítulo 1. Seção 11. Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Em construção.


Além das precauções padrão, os CDC também estabelecem diretrizes específicas para diferentes situações clínicas. Em radiologia, é importante estar familiarizado com:

  • Precauções baseadas na transmissão: incluem precauções aéreas, por gotículas e por contato, utilizadas para pacientes com infecções específicas que podem ser transmitidas por essas vias.
  • Precauções para imunocomprometidos: medidas adicionais para proteger pacientes com sistemas imunológicos enfraquecidos.
  • Manejo de equipamentos: protocolos específicos para a limpeza e desinfecção de equipamentos compartilhados entre pacientes.

Em caso de exposição acidental a sangue ou fluidos corporais potencialmente contaminados, os CDC recomendam:

  1. Lavar imediatamente a área exposta com água e sabão (para exposições na pele) ou enxaguar com água ou solução salina (para exposições nas mucosas).
  2. Reportar a exposição ao supervisor ou departamento de saúde ocupacional imediatamente.
  3. Avaliar o risco de infecção e considerar a profilaxia pós-exposição, quando indicado.
  4. Realizar testes de acompanhamento conforme as diretrizes institucionais.

Os técnicos de radiologia devem estar familiarizados com os protocolos de sua instituição para exposições ocupacionais e saber como acessar rapidamente os recursos necessários em caso de incidente.

É importante ressaltar que as diretrizes dos CDC são atualizadas regularmente com base em novas evidências científicas. Os profissionais de saúde devem manter-se atualizados sobre as recomendações mais recentes para garantir a segurança tanto dos pacientes quanto dos trabalhadores.



Capítulo 1. Seção 12. A Sala de Cirurgia.

Em construção.


No capítulo 30 deste atlas, "Radiografia cirúrgica", aporta-se informação exaustiva sobre o trabalho do técnico no centro cirúrgico. Um técnico que não tenha tido ampla experiência em atendimento a pacientes deve ter um cuidado extremo para evitar a contaminação de objetos estéreis no centro cirúrgico. O técnico deve lavar as mãos e levar bata, touca e máscara e deve avaliar o entorno concreto no centro cirúrgico antes de introduzir o equipamento de raios X. Ao adotar estas precauções, o técnico pode assegurar-se de que existe o espaço suficiente disponível para realizar seu trabalho sem o perigo de contaminar. Se lhe resulta necessário, o técnico deve solicitar à enfermeira de centro cirúrgico que traslade o equipamento estéril.

Devido ao risco de contaminação do campo estéril, o material estéril e as pessoas lavadas para a intervenção, o técnico nunca deve aproximar-se ao lado da intervenção da mesa do centro cirúrgico a não ser que se lhe indique o contrário.

Após comprovar a situação da sala, o técnico deve limpar em profundidade o equipamento de raios X com um trapo úmido (não encharcado) antes de introduzi-lo no centro cirúrgico. O técnico desloca o equipamento portátil ou o arco de centro cirúrgico para o lado livre da mesa de centro cirúrgico (o oposto ao do cirurgião, a enfermeira e o instrumental estéril) (fig. 1-21). Deve situar o equipamento em uma posição genérica que facilite os ajustes finais quando o cirurgião estiver preparado para proceder com a exploração.

Figura 1-21: Técnico colocando cuidadosamente o tubo de raios X portátil durante um procedimento cirúrgico. Observe-se que o ponto da incisão estéril fica adequadamente coberto com o fim de manter o campo estéril. Pode-se apreciar o instrumental estéril ao fundo (seta). O técnico nunca deve mover o equipamento radiográfico sobre instrumentos estéreis sem cobrir ou sobre um campo cirúrgico não tapado.
Figura 1-21: Técnico colocando cuidadosamente o tubo de raios X portátil durante um procedimento cirúrgico. Observe-se que o ponto da incisão estéril fica adequadamente coberto com o fim de manter o campo estéril. Pode-se apreciar o instrumental estéril ao fundo (seta). O técnico nunca deve mover o equipamento radiográfico sobre instrumentos estéreis sem cobrir ou sobre um campo cirúrgico não tapado.

Tapa-se o RI com uma cobertura estéril que depende do tipo de exploração que se vá realizar. O cirurgião ou um dos ajudantes sustenta o chassi estéril aberto enquanto o técnico introduz suavemente o RI nele, tendo cuidado de não tocar o chassi estéril. O técnico pode então dar as instruções para a colocação e fixação do chassi para a exposição.



Capítulo 1. Seção 12. A Sala de Cirurgia.

Em construção.


O técnico deve realizar os ajustes necessários com o supervisor do centro cirúrgico quando se vá realizar um trabalho que requeira um túnel ou outro equipamento especial. Quando se está preparando um RI para o paciente, deve colocar-se qualquer grade ou túnel sobre a mesa com a abertura da bandeja para o lado da mesa contrário ao campo estéril. Com a cooperação do cirurgião e o supervisor do centro cirúrgico pode desenvolver-se um sistema para a realização de provas radiológicas com precisão e rapidez sem mover ao paciente nem pôr em perigo o campo estéril (fig. 1-22).

Figura 1-22: O técnico deve ter grande cuidado para evitar a contaminação de objetos estéreis no centro cirúrgico.
Figura 1-22: O técnico deve ter grande cuidado para evitar a contaminação de objetos estéreis no centro cirúrgico.

É fundamental que o técnico de radiologia que trabalha em ambiente cirúrgico compreenda:

  • A importância de manter a esterilidade do campo cirúrgico
  • As técnicas adequadas de posicionamento de equipamentos radiográficos em sala cirúrgica
  • Os protocolos de comunicação com a equipe cirúrgica
  • Os requisitos específicos de proteção radiológica em ambiente cirúrgico
  • Os procedimentos para manejo de receptores de imagem estéreis

A colaboração eficaz entre o técnico de radiologia e a equipe cirúrgica é essencial para garantir a qualidade das imagens intraoperatórias e a segurança do paciente.

O técnico deve realizar os ajustes necessários com o supervisor do centro cirúrgico quando se vá realizar um trabalho que requeira um túnel ou outro equipamento especial. Quando se está preparando um RI para o paciente, deve colocar-se qualquer grade ou túnel sobre a mesa com a abertura da bandeja para o lado da mesa contrário ao campo estéril. Com a cooperação do cirurgião e o supervisor do centro cirúrgico pode desenvolver-se um sistema para a realização de provas radiológicas com precisão e rapidez sem mover ao paciente nem pôr em perigo o campo estéril (fig. 1-22).



Capítulo 1. Seção 13. Procedimentos Cirúrgicos Menores no Departamento de Radiologia.

Em construção.


Em um serviço de radiologia levam-se a cabo procedimentos que requerem uma estrita técnica asséptica, como cistografias, urografias intravenosas, punções espinais, angiografias e angiocardiografias (fig. 1-23). Embora o médico necessite a colaboração de uma enfermeira em alguns procedimentos, o técnico pode realizar as preparações necessárias e prestar colaboração em muitos procedimentos.

Figura 1-23: Muitos procedimentos radiológicos requerem uma técnica asséptica estrita, tal como a que pode apreciar-se neste procedimento de passar um catéter ao interior da artéria femoral do paciente.
Figura 1-23: Muitos procedimentos radiológicos requerem uma técnica asséptica estrita, tal como a que pode apreciar-se neste procedimento de passar um catéter ao interior da artéria femoral do paciente.

Para os procedimentos que não requerem uma enfermeira, o técnico deve conhecer que instrumentos cirúrgicos e suprimentos são necessários e como prepará-los e esterilizá-los. Os técnicos podem realizar os preparativos com o supervisor cirúrgico para obter a formação necessária que lhes permita levar a cabo estes procedimentos.

Os procedimentos mais comuns realizados em departamentos de radiologia incluem:

  • Biópsias percutâneas: obtenção de amostras de tecido para diagnóstico patológico, guiadas por imagem.
  • Drenagens: remoção de fluidos ou coleções anormais do corpo.
  • Injeções terapêuticas: administração de medicamentos em locais específicos sob orientação radiológica.
  • Colocação de cateteres: inserção de tubos para drenagem ou administração de tratamentos.
  • Procedimentos vasculares intervencionistas: como angioplastias, embolizações e colocação de stents.


Capítulo 1. Seção 13. Procedimentos Cirúrgicos Menores no Departamento de Radiologia.

Em construção.


Para realizar estes procedimentos com segurança e eficácia, o técnico de radiologia deve:

  • Conhecer os protocolos de preparação do paciente para cada procedimento específico
  • Compreender os princípios de técnica asséptica e sua aplicação em radiologia intervencionista
  • Saber preparar e organizar o material necessário para cada procedimento
  • Assistir o médico durante o procedimento, operando o equipamento radiológico conforme necessário
  • Monitorar o paciente durante o procedimento e identificar possíveis complicações
  • Manter registros precisos dos procedimentos realizados

A preparação da sala de procedimentos é fundamental e inclui:

  • Limpeza e desinfecção adequadas da sala e equipamentos
  • Organização do material estéril em uma ordem lógica para facilitar o acesso durante o procedimento
  • Verificação do funcionamento correto de todos os equipamentos necessários
  • Preparação do paciente, incluindo posicionamento adequado e monitorização
  • Garantir a disponibilidade de materiais de emergência

Após o procedimento, o técnico é responsável por:

  • Auxiliar no cuidado pós-procedimento do paciente
  • Limpar e preparar a sala para o próximo procedimento
  • Processar e documentar as imagens obtidas
  • Descartar adequadamente o material utilizado

Os técnicos que participam de procedimentos intervencionistas necessitam de formação especializada e supervisão adequada até adquirirem a competência necessária para realizar estas funções de forma independente.



Capítulo 1. Seção 14. Manual de Procedimentos.

Em construção.


Resulta essencial dispor de um livro de procedimentos ou protocolos que cubra cada exploração realizada no serviço de radiologia. Sob o encabezamento adequado, deve ficar resumido cada procedimento e deve estabelecer-se o pessoal necessário e as obrigações de cada membro da equipe. Também há que incluir uma listagem dos materiais estéreis e não estéreis. Deve proporcionar-se uma cópia dos requisitos de material estéril ao supervisor do departamento central de suprimentos de material estéril com o fim de ajudar na preparação das bandejas para cada procedimento.

Um livro de procedimentos eficaz deve incluir:

  • Descrição detalhada de cada procedimento radiográfico
  • Lista de pessoal necessário e suas responsabilidades
  • Relação de materiais e equipamentos necessários
  • Protocolos de preparação do paciente
  • Técnicas de posicionamento específicas
  • Fatores de exposição recomendados
  • Cuidados pós-procedimento
  • Potenciais complicações e seu manejo

O livro de procedimentos serve como:

  • Guia de referência para todos os profissionais do departamento
  • Ferramenta de treinamento para novos funcionários
  • Padrão de qualidade para avaliação de procedimentos
  • Base para auditorias e avaliações de qualidade
  • Documento de referência para resolução de dúvidas


Capítulo 1. Seção 14. Manual de Procedimentos.

Em construção.


Para garantir a eficácia do livro de procedimentos, é importante:

  • Manter o documento atualizado com base em novas evidências e tecnologias
  • Assegurar que todos os profissionais tenham acesso fácil ao livro
  • Realizar revisões periódicas dos procedimentos
  • Incluir feedback dos profissionais na atualização dos protocolos
  • Estabelecer um processo formal para aprovação de mudanças nos procedimentos

O livro de procedimentos deve ser adaptado às características específicas de cada instituição, considerando:

  • Tipos de equipamentos disponíveis
  • Perfil da população atendida
  • Especialidades médicas atendidas
  • Recursos humanos disponíveis
  • Normas regulatórias locais e nacionais

Além do livro de procedimentos geral, podem ser desenvolvidos protocolos específicos para:

  • Situações de emergência
  • Pacientes pediátricos
  • Pacientes com mobilidade reduzida
  • Procedimentos de radiologia intervencionista
  • Uso de meios de contraste

A implementação consistente dos procedimentos descritos no livro contribui para a padronização da prática, melhora a qualidade do atendimento, aumenta a segurança do paciente e facilita o treinamento de novos profissionais.



Capítulo 1. Seção 15. Preparo Intestinal.

Em construção.


As explorações radiológicas que incluem o abdome requerem com frequência a limpeza de todo o cólon antes da prova, de forma que se possam obter radiografias com qualidade diagnóstica. O cólon do paciente pode limpar-se com um ou uma combinação dos seguintes elementos:

  • Dieta restrita.
  • Laxantes.
  • Enemas.

A técnica que se emprega para a limpeza do cólon do paciente costuma escolhê-la a instituição sanitária ou o próprio médico. Deve perguntar-se ao paciente sobre qualquer preparação que possa ter realizado antes de começar um estudo abdominal. Para mais informação sobre a preparação intestinal, veja-se o capítulo 17.

A preparação intestinal adequada é especialmente importante para:

  • Estudos do trato gastrointestinal.
  • Exames que utilizam meios de contraste.
  • Procedimentos intervencionistas abdominais.
  • Avaliação de possíveis obstruções intestinais.

Uma preparação inadequada pode resultar em:

  • Imagens de baixa qualidade diagnóstica.
  • Necessidade de repetir o exame.
  • Exposição adicional à radiação.
  • Atraso no diagnóstico.
  • Interpretação incorreta dos achados.


Capítulo 1. Seção 15. Preparo Intestinal.

Em construção.


Os protocolos de preparação intestinal mais comuns incluem:

  • Dieta líquida: geralmente por 24-48 horas antes do exame, evitando alimentos sólidos e produtos lácteos.
  • Laxantes orais: como polietilenoglicol, bisacodil ou citrato de magnésio, administrados no dia anterior ao exame.
  • Enemas: geralmente administrados na noite anterior e/ou na manhã do exame.
  • Restrição de medicamentos: alguns medicamentos podem precisar ser suspensos temporariamente.

Considerações especiais para diferentes grupos de pacientes:

  • Pacientes idosos: podem requerer protocolos menos agressivos para evitar desidratação e desequilíbrios eletrolíticos.
  • Pacientes com insuficiência renal: precauções especiais com certos tipos de laxantes.
  • Pacientes diabéticos: ajuste na dieta e medicamentos durante o período de preparação.
  • Pacientes pediátricos: protocolos adaptados à idade e peso.

O técnico de radiologia deve:

  • Verificar se o paciente seguiu corretamente as instruções de preparação.
  • Documentar qualquer problema ou dificuldade durante a preparação.
  • Comunicar ao radiologista qualquer falha na preparação que possa afetar a qualidade do exame.
  • Estar preparado para fornecer informações adicionais sobre procedimentos de preparação, se necessário.

Em alguns casos, quando a preparação intestinal não é adequada, pode ser necessário remarcar o exame para garantir resultados diagnósticos de qualidade.



Capítulo 1. Seção 16. Movimentos e seu Controle.

Em construção.


O movimento dos pacientes desempenha um importante papel nas radiografias (fig. 1-24). Como o movimento é o resultado da ação dos músculos, o técnico deve ter alguma informação sobre o funcionamento de vários músculos. O técnico deve utilizar seus conhecimentos para eliminar ou controlar os movimentos durante o tempo de exposição necessário para completar uma exploração satisfatória. Os três tipos de tecido muscular que realizam movimentos são os seguintes:

  • Liso (involuntário).
  • Cardíaco (involuntário).
  • Estriado (voluntário).
Figura 1-24: A. Radiografia do antebraço de um paciente que se moveu durante a exposição. Observe-se o aspecto borrado dos contornos dos ossos.
Figura 1-24: A. Radiografia do antebraço de um paciente que se moveu durante a exposição. Observe-se o aspecto borrado dos contornos dos ossos.
Figura 1-24 B. Radiografia do paciente sem movimento.
Figura 1-24 B. Radiografia do paciente sem movimento.


Capítulo 1. Seção 16. Movimentos e seu Controle.

Em construção.


MÚSCULOS INVOLUNTÁRIOS.

Os músculos viscerais (dos órgãos) estão constituídos por tecido muscular liso e são controlados parcialmente pelo sistema nervoso autônomo e as características musculares inerentes de contratilidade rítmica. Por sua contração e relaxamento rítmicos, estes músculos realizam o movimento dos órgãos internos. A ação rítmica do tecido muscular do trato alimentário, chamada peristaltismo, é normalmente mais ativa no estômago (aproximadamente três ou quatro ondas por minuto) e diminui gradualmente ao longo do intestino. O tecido muscular cardíaco especializado funciona contraindo o coração com o fim de impulsionar o sangue para as artérias e expandindo-se ou relaxando para permitir que o coração receba sangue das veias. A taxa de pulsos do coração varia com as emoções, o exercício, a dieta, o tamanho, a idade e o sexo.

O movimento involuntário está produzido pelo seguinte:

  • Pulsações cardíacas.
  • Calafrios.
  • Peristaltismo.
  • Tremor
  • Espasmos.
  • Dor.

Controle dos músculos involuntários.

O método principal para a redução dos movimentos involuntários é o controle da duração do tempo de exposição: quanto menor for o tempo de exposição do paciente, melhor.

MÚSCULOS VOLUNTÁRIOS.

Os músculos voluntários ou esqueléticos são constituídos por tecido muscular estriado e são controlados pelo sistema nervoso central. Estes músculos realizam os movimentos do corpo iniciados pelo indivíduo. Nas radiografias, o corpo do paciente deve ser posicionado de tal forma que os músculos esqueléticos se encontrem relaxados. O nível de conforto dos pacientes é um bom indicador para determinar o sucesso do posicionamento.

O movimento voluntário devido à falta de controle é produzido pelo seguinte:

  • Nervosismo.
  • Desconforto.
  • Excitabilidade.
  • Doença mental.
  • Medo.
  • Idade.
  • Respiração.

Controle dos músculos voluntários.

O técnico pode controlar o movimento voluntário dos pacientes através do seguinte:

  • Dando instruções precisas.
  • Posicionando os pacientes confortavelmente.
  • Ajustando os dispositivos de suporte.
  • Aplicando imobilização.

A diminuição da duração do tempo de exposição é a melhor forma de controlar o movimento voluntário devido a doença mental ou relacionado à idade dos pacientes. Muitas vezes, a imobilização para obter radiografias dos membros durante o tempo de exposição pode ser alcançada pedindo ao paciente que emita o som "mmm" com a boca fechada ou "ahhh" com a boca aberta. O técnico sempre deve estar observando o paciente durante a exposição para garantir que ela ocorra durante a suspensão da respiração. Esponjas e sacos de areia são frequentemente utilizados como dispositivos de imobilização (fig. 1-25). Um colchão fino radiotransparente, chamado colchão de mesa, pode ser colocado sobre a mesa radiográfica para reduzir os movimentos relacionados ao desconforto dos pacientes causado por estarem deitados sobre uma superfície dura. Estes colchões de mesa não devem ser utilizados quando um aumento da DORI resultaria em uma magnificação inaceitável, como ocorre na radiografia dos membros. Os técnicos devem ser incentivados a usar os colchões de mesa sob o corpo dos pacientes naquelas áreas corporais que não estão sendo imagem.

Figura 1-25 Esponjas e sacos de areia são frequentemente utilizados como dispositivos de imobilização durante o posicionamento dos pacientes.
Figura 1-25 Esponjas e sacos de areia são frequentemente utilizados como dispositivos de imobilização durante o posicionamento dos pacientes.


Capítulo 1. Seção 17. Instruções ao Paciente.

Em construção.


Quando um exame requer preparação, como os estudos renais e gastrointestinais, o técnico deve dar instruções detalhadas ao paciente. Embora o exame ou procedimento específico possa ser repetitivo para o técnico, ele é novidade para o paciente. Frequentemente, o que o técnico interpreta como desajeito do paciente deve-se a instruções não suficientemente claras. O técnico deve garantir que o paciente compreenda não apenas o que tem a fazer, mas também por que deve fazê-lo. É mais provável que o paciente siga as orientações corretamente se a razão para elas estiver clara.

Se as instruções forem complicadas, elas devem ser escritas ou revisadas verbalmente com o paciente, se necessário. Por exemplo, poucos pacientes sabem a forma correta de administrar uma lavagem intestinal (enema) a si mesmos, de forma que o técnico deve perguntar aos pacientes e, quando necessário, dedicar o tempo suficiente para explicar-lhes corretamente o procedimento. Esta abordagem frequentemente economiza radiografias, tempo e exposição à radiação do paciente.

As instruções adequadas aos pacientes são essenciais para obter radiografias de qualidade diagnóstica. O técnico deve comunicar-se de forma clara e eficaz com o paciente, explicando o procedimento, o que se espera dele e qualquer preparação necessária. As instruções devem ser adaptadas à idade, condição e capacidade de compreensão do paciente.

As instruções gerais incluem:

  • Explicar o procedimento de forma simples e clara.
  • Informar sobre a duração aproximada do exame.
  • Solicitar a remoção de objetos metálicos, joias e roupas adequadas.
  • Indicar a necessidade de permanecer imóvel durante a exposição.
  • Explicar qualquer preparação prévia necessária (jejum, ingestão de contraste, etc.).
  • Informar sobre possíveis sensações durante o procedimento.

Para uma comunicação eficaz, o técnico deve:

  • Usar linguagem apropriada ao nível de compreensão do paciente.
  • Manter um tom calmo e tranquilizador.
  • Fazer pausas para permitir perguntas e esclarecer dúvidas.
  • Verificar se o paciente compreendeu as instruções.
  • Adaptar a comunicação a pacientes com necessidades especiais (deficiências visuais, auditivas, cognitivas).

Para diferentes tipos de exames, podem ser necessárias instruções específicas:

  • Exames de tórax: instruções sobre técnicas de respiração (inspiração profunda, prender a respiração).
  • Exames abdominais: orientações sobre respiração e possíveis posições desconfortáveis.
  • Exames com contraste: informações sobre o procedimento de administração e possíveis sensações.
  • Exames pediátricos: explicações adaptadas à idade e possibilidade de presença dos pais.


Capítulo 1. Seção 17. Instruções ao Paciente.

Em construção.


Para pacientes com ansiedade ou medo do procedimento, o técnico pode:

  • Explicar passo a passo o que acontecerá durante o exame.
  • Oferecer oportunidades para o paciente fazer perguntas.
  • Utilizar técnicas de relaxamento, quando apropriado.
  • Permitir que um acompanhante fique presente, se possível e permitido.
  • Manter uma comunicação constante durante o procedimento.

Em situações especiais, como pacientes com dor ou mobilidade reduzida, as instruções devem incluir:

  • Adaptações no posicionamento para minimizar o desconforto.
  • Informações sobre o uso de suportes ou almofadas.
  • Explicações sobre a necessidade de manter certas posições por períodos breves.
  • Orientações sobre como comunicar qualquer dor ou desconforto durante o procedimento.

Para pacientes que não falam o mesmo idioma do técnico, é importante:

  • Utilizar serviços de interpretação, quando disponíveis.
  • Empregar comunicação não verbal (gestos, demonstrações).
  • Usar materiais visuais ou escritos no idioma do paciente.
  • Verificar a compreensão através de feedback ou demonstração.

A documentação adequada das instruções fornecidas ao paciente é importante, incluindo:

  • Informações sobre preparação prévia ao exame.
  • Instruções específicas fornecidas no dia do exame.
  • Qualquer dificuldade de comunicação ou compreensão.
  • Adaptações necessárias durante o procedimento.
  • Informações fornecidas sobre cuidados pós-exame.

Uma comunicação eficaz com o paciente não apenas melhora a qualidade das imagens radiográficas, mas também aumenta a satisfação do paciente, reduz a ansiedade e contribui para uma experiência mais positiva durante o procedimento radiológico.



Capítulo 1. Seção 18. Vestimenta, Adornos e Roupas Cirúrgicas do Paciente.

Em construção.


A roupa adequada do paciente é fundamental para obter radiografias de qualidade. Em muitos casos, o paciente deve trocar sua roupa por um vestido hospitalar adequado para o exame. Os adornos e objetos metálicos devem ser removidos da área a ser examinada, pois podem causar artefatos na imagem.

O paciente deve estar vestido com uma bata que permita a exposição das áreas do corpo que serão examinadas. O paciente nunca deve ser despido desnecessariamente e um lençol pode ser usado se necessário. Se uma região do corpo precisar ficar exposta para completar o exame, apenas a área em estudo deve ser descoberta, enquanto o resto do corpo do paciente permanece completamente coberto para evitar o frio e manter a privacidade. Quando o técnico estiver examinando partes que devem permanecer cobertas, são preferíveis batas descartáveis de papel ou batas de tecido sem metais ou grampos de plástico (fig. 1-26). Se forem usadas batas laváveis, elas não devem estar engomadas; o amido é radiopaco, o que significa que os raios X não o atravessam facilmente. As rugas da roupa devem ser alisadas para evitar confusão de densidades nas radiografias. A duração da exposição sempre deve ser levada em consideração. Materiais que não produzem uma densidade com uma exposição prolongada, como a utilizada para o abdômen de um adulto, podem ser demonstrados claramente com exposições leves, como as empregadas para o abdômen de uma criança.

Figura 1-26: mostrando um paciente com bata de papel e outro com bata de tecido.

Figura 1-26 A. Paciente com uma bata de papel descartável posicionada para uma projeção lateral da coluna lombar. As áreas íntimas ficam completamente cobertas. A bata é alisada ao redor do contorno do corpo para obter um posicionamento adequado.
Figura 1-26 A. Paciente com uma bata de papel descartável posicionada para uma projeção lateral da coluna lombar. As áreas íntimas ficam completamente cobertas. A bata é alisada ao redor do contorno do corpo para obter um posicionamento adequado.
Figura 1-26 B. A mesma paciente com uma bata hospitalar de tecido tradicional. A bata é posicionada para manter a privacidade máxima.
Figura 1-26 B. A mesma paciente com uma bata hospitalar de tecido tradicional. A bata é posicionada para manter a privacidade máxima.

Qualquer objeto radiopaco deve ser removido da região que será radiografada. Zíperes, colares, grampos, elásticos grossos e botões devem ser removidos na hora de obter radiografias do tórax e do abdômen (fig. 1-27). Ao radiografar o crânio, o técnico deve garantir que dentaduras, pontes removíveis, brincos, colares e todos os grampos de cabelo sejam removidos.

Figura 1-27: mostrando um paciente com bata de papel e outro com bata de tecido.

Figura 1-27 A. Um colar foi deixado nesta radiografia de tórax.
Figura 1-27 A. Um colar foi deixado nesta radiografia de tórax.
Figura 1-27 B. Havia chaves no bolso de um avental hospitalar durante o exame pélvico desta paciente.
Figura 1-27 B. Havia chaves no bolso de um avental hospitalar durante o exame pélvico desta paciente.

Ao radiografar o abdômen, a pelve ou os quadris de um lactente, a fralda deve ser removida. Como várias pomadas para a dermatite de fralda são de certa forma radiopacas, pode ser necessário limpar a área antes do procedimento.

Curativos cirúrgicos, como pomadas metálicas e fitas adesivas, devem ser avaliados quanto à presença de substâncias radiopacas. Se não houver permissão para remover os curativos ou o técnico não souber como removê-los e o radiologista não estiver presente, deve-se solicitar que o cirurgião ou a enfermeira que acompanha o paciente vá ao serviço de radiologia para removê-los. Uma vez removidos os curativos, o técnico deve sempre garantir a proteção adequada das feridas abertas com um curativo de gaze estéril.



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Capítulo 1. Seção 18. Vestimenta, Adornos e Roupas Cirúrgicas do Paciente.

Em construção.


Para procedimentos cirúrgicos ou invasivos, podem ser necessárias roupas cirúrgicas especiais e técnicas de preparação da pele para manter a esterilidade e prevenir infecções. O técnico deve estar familiarizado com os protocolos de vestimenta e preparação do paciente para diferentes tipos de exames radiológicos.

Objetos que devem ser removidos antes de um exame radiográfico:

  • Joias e piercings na área de exame.
  • Relógios, anéis e pulseiras.
  • Óculos, aparelhos auditivos e próteses removíveis.
  • Presilhas de cabelo metálicas.
  • Roupas com zíperes, botões ou grampos metálicos.
  • Dispositivos médicos eletrônicos (marcapassos, bombas de insulina).

A roupa hospitalar adequada para exames radiológicos deve:

  • Ser confortável e de fácil colocação.
  • Proporcionar acesso adequado à área a ser examinada.
  • Manter a dignidade e privacidade do paciente.
  • Ser de material que não cause artefatos na imagem.
  • Estar disponível em diferentes tamanhos para acomodar todos os pacientes.

Para procedimentos especiais, podem ser necessários requisitos adicionais de vestimenta:

  • Exames com contraste: roupa que permita fácil acesso para administração do contraste.
  • Procedimentos intervencionistas: vestimentas cirúrgicas estéreis para paciente e equipe.
  • Exames de coluna: roupa que permita posicionamento adequado sem restrições.
  • Exames pediátricos: considerações especiais para manter a criança aquecida e confortável.

O técnico deve:

  • Explicar ao paciente por que é necessário remover certos itens de vestuário.
  • Oferecer privacidade adequada durante as trocas de roupa.
  • Disponibilizar locais seguros para guardar pertences pessoais.
  • Ajudar pacientes com mobilidade reduzida a trocar de roupa, se necessário.
  • Documentar quaisquer itens que não puderam ser removidos e seu possível impacto na imagem.

Em situações especiais:

  • Pacientes com dispositivos médicos implantados: verificar se podem ser removidos temporariamente e documentar sua presença.
  • Pacientes com feridas ou curativos: avaliar se a roupa hospitalar pode causar desconforto ou afetar o procedimento.
  • Pacientes com restrições culturais ou religiosas: buscar alternativas que respeitem suas crenças enquanto permitem a realização do exame.
  • Pacientes em situação de emergência: adaptar os procedimentos de vestimenta conforme necessário, priorizando o cuidado médico.

Para procedimentos que requerem preparação especial da pele, como biópsias ou punções, o técnico deve estar familiarizado com:

  • Técnicas de limpeza e antisepsia da área.
  • Uso de campos estéreis.
  • Aplicação de anestésicos locais, quando indicado.
  • Proteção da área após o procedimento.

Uma abordagem sensível e respeitosa às necessidades de vestimenta e preparação do paciente contribui para sua conforto, cooperação e satisfação durante o procedimento radiológico.



Capítulo 1. Seção 19. Manuseio do Paciente.

Em construção.


Pacientes orientados e com capacidade de compreensão devem receber uma explicação do procedimento a ser realizado. Os pacientes devem entender exatamente o processo que ocorrerá e sentir-se confortáveis. Se os pacientes estiverem apreensivos com o teste, sua preocupação deve ser aliviada, mas quando o procedimento for desconfortável ou desagradável, como no caso de uma cistoscopia ou de injeções intravenosas, o técnico não deve deixar de explicar o procedimento de forma calma e sincera. Os pacientes devem ser informados de que o procedimento causará certo desconforto ou mal-estar e que, por ser uma parte necessária do exame, sua total cooperação é necessária. Os pacientes geralmente respondem favoravelmente quando entendem que todas as medidas being tomadas visam aliviar seu desconforto.

Deve-se informar aos pacientes que o procedimento causará certo desconforto ou mal-estar e que, por ser uma parte necessária do exame, é necessária sua total cooperação. Os pacientes geralmente respondem favoravelmente se entendem que todos os passos que estão sendo tomados visam aliviar seu desconforto.

Como todo o procedimento pode ser uma experiência nova para eles, os pacientes frequentemente respondem de forma incorreta quando recebem mais de uma ordem simultaneamente. Por exemplo, se lhes for dito para subirem na mesa e se deitarem de bruços, os pacientes podem subir na mesa das maneiras mais estranhas possíveis e se deitar de costas. Em vez de pedir aos pacientes para subirem na mesa em uma posição específica, o técnico deve inicialmente fazer com que o paciente se sente na mesa e, em seguida, dar as instruções para que adote a posição desejada. Se os pacientes se sentarem primeiro na mesa, poderão adotar a posição com menos esforço e com movimentos menos desajeitados.

O técnico nunca deve pressionar o paciente. Se o paciente for pressionado, ficará nervoso e cooperará pior. Ao mover e ajustar os pacientes em uma posição, o técnico deve manipulá-los com suavidade, mas com firmeza; um toque leve pode ser tão irritante quanto um toque demasiado forte. Os pacientes devem ser instruídos e permitidos a realizar a maior parte do movimento possível por si mesmos.

As grades radiográficas movem-se sob a mesa de exames, e em mesas flutuantes ou móveis, os pacientes podem ferir os dedos. Para evitar essas lesões, o técnico deve instruir os pacientes a manterem as mãos sobre a mesa o tempo todo. Independentemente da parte que está sendo estudada, todo o corpo do paciente deve ser alinhado com o movimento ou rotação necessários para evitar a ação muscular na área de interesse.

Quando os pacientes estiverem em uma posição oblíqua (inclinada), o técnico deve usar sistemas de suporte e ajustar os pacientes para evitar esforços. Sistemas de imobilização e faixas de compressão devem ser usados sempre que necessários, mas sem causar desconforto. O técnico deve ter cuidado ao liberar uma faixa de compressão sobre o abdômen, realizando esse procedimento lentamente.

Ao fazer os ajustes finais na posição do paciente, o técnico deve permanecer em pé com os olhos nivelados com a posição do tubo de raios X, visualizar as estruturas internas e fazer os ajustes necessários. Embora existam poucas regras para o posicionamento de pacientes, a repetição de muitos exames pode ser evitada seguindo essas diretrizes (ver capítulos 27 e 28 para instruções sobre o manuseio de pacientes pediátricos e geriátricos).

O manejo adequado dos pacientes é essencial para a segurança e o conforto tanto do paciente quanto do técnico. Isto inclui técnicas corretas de transferência e posicionamento, especialmente para pacientes com mobilidade reduzida, dor ou condições médicas específicas.

O técnico deve estar treinado em:

  • Técnicas de ergonomia para prevenir lesões nas costas.
  • Métodos de transferência segura de pacientes.
  • Uso adequado de equipamentos de transferência (macas, cadeiras de rodas, etc.).
  • Comunicação eficaz durante o manejo do paciente.
  • Respeito pela dignidade e privacidade do paciente.

Princípios de ergonomia para técnicos de radiologia:

  • Manter as costas retas e dobrar os joelhos ao levantar.
  • Usar a força das pernas em vez das costas.
  • Manter o paciente próximo ao corpo ao levantar ou mover.
  • Afrouxar os músculos antes de levantar.
  • Evitar torções do corpo enquanto levanta.
  • Pedir ajuda quando necessário para pacientes pesados ou difíceis de manejar.

Técnicas de transferência de pacientes:

  • Transferência da cadeira para a mesa: posicionar a cadeira ao lado da mesa, travar as rodas, ajudar o paciente a se levantar e se sentar na borda da mesa.
  • Transferência da maca para a mesa: alinhar a maca com a mesa, usar lençóis de transferência ou pedir ajuda a outros profissionais.
  • Transferência com pacientes com mobilidade reduzida: usar equipamentos de transferência apropriados, como tábuas de transferência ou elevadores.

Para pacientes com condições específicas, podem ser necessárias adaptações:

  • Pacientes com dor: movimentos lentos e suaves, permitir que o paciente guie os movimentos que causam menos dor.
  • Pacientes com osteoporose ou fragilidade óssea: evitar pressão excessiva, usar suportes adicionais.
  • Pacientes com equipamentos médicos: cuidado especial com linhas IV, cateteres, tubos ou outros dispositivos.
  • Pacientes com alterações cognitivas: instruções simples e claras, abordagem calma e tranquilizadora.

Equipamentos de assistência para o manejo de pacientes:

  • Tábuas de transferência.
  • Cintos de transferência.
  • Elevadores de paciente.
  • Lençóis deslizantes.
  • Dispositivos de levantamento.
  • Andadores e bengalas.

Comunicação durante o manejo do paciente:

  • Explicar cada movimento antes de realizá-lo.
  • Solicitar a cooperação do paciente.
  • Informar ao paciente o que ele pode fazer para ajudar.
  • Manter comunicação constante durante o processo.
  • Observar sinais de dor ou desconforto e ajustar conforme necessário.

Considerações especiais para diferentes grupos de pacientes:

  • Pacientes pediátricos: abordagem lúdica, envolvimento dos pais, movimentos suaves.
  • Pacientes geriátricos: movimentos lentos, atenção a problemas de equilíbrio, tempo adicional para transferências.
  • Pacientes obesos: necessidade de equipamentos reforçados, ajuda adicional, considerações de mobilidade.
  • Pacientes com deficiências: adaptações específicas conforme a natureza da deficiência.

O manejo adequado do paciente não apenas previne lesões no técnico, mas também aumenta o conforto e segurança do paciente, melhora a cooperação durante o exame e contribui para a obtenção de imagens de qualidade superior.



Capítulo 1. Seção 19. Manuseio do Paciente.

Em construção.


PACIENTES GRAVES OU TRAUMATIZADOS.

Deve-se ter grande cuidado ao manusear pacientes traumatizados, particularmente aqueles com lesões cranianas, na coluna ou nos ossos longos. Um médico deve realizar qualquer manipulação necessária para evitar a possibilidade de deslocamento de um fragmento. A técnica de posicionamento deve ser adaptada para cada paciente e o menor número de movimentos possível deve ser realizado. Se a relação tubo-parte a ser examinada-plano de imagem for mantida, a projeção resultante será a mesma, independentemente da posição do paciente.

Quando um paciente estiver muito grave para se mover sozinho, ele deve ser movido levando-se em consideração os seguintes pontos:

  1. Mover o paciente estritamente o indispensável.
  2. Nunca tentar levantar um paciente nessas condições sem ajuda.
  3. Para evitar contrair os músculos das costas ao levantar um paciente pesado, flexionar os joelhos, endireitar as costas e dobrar-se pelos quadris.
  4. Ao elevar os ombros do paciente, deve-se sustentar a cabeça. Enquanto se sustenta a cabeça com uma mão, desliza-se o braço oposto sob os ombros e sustenta-se a axila de forma que a cabeça fique apoiada na flexão do cotovelo quando o paciente for elevado.
  5. Se for necessário mover os quadris do paciente, primeiro flexionam-se os joelhos do paciente. Nesta posição, os pacientes podem ser capazes de se elevar por si sós. Se não conseguirem, é mais fácil levantar o corpo com os joelhos do paciente dobrados.
  6. Ao transferir pacientes inertes para uma mesa radiográfica a partir de uma maca ou cama, pelo menos quatro e, de preferência, seis pessoas devem deslocá-los sobre um lençol. A maca é colocada em paralelo e em contato com a mesa. Em circunstâncias ideais, pelo menos três pessoas devem estar disponíveis no lado da maca e duas no lado oposto, correspondente à mesa radiográfica, para segurar o lençol na altura dos ombros e dos quadris. Uma pessoa deve segurar a cabeça do paciente e outra os pés. Ao receber um sinal, os seis devem, lenta e suavemente, elevar e deslocar o paciente em bloco (Fig. 1-28, A).

Frequentemente, os técnicos utilizam movimentos com três pessoas para pacientes que não estão em um estado tão grave (Fig. 1-28, B).

Figura 1-28: mostrando técnicas de transferência de pacientes.

Figura 1-28 A. Técnica para transferência com seis pessoas de um paciente incapaz de se mover, de uma maca para a mesa de procedimentos. Observe como uma pessoa sustenta a cabeça.
Figura 1-28 A. Técnica para transferência com seis pessoas de um paciente incapaz de se mover, de uma maca para a mesa de procedimentos. Observe como uma pessoa sustenta a cabeça.
Figura 1-28 B. Transferência de uma paciente de volta para a maca com três pessoas. Observe que dois técnicos sempre se posicionam no lado que está puxando o paciente, enquanto o outro se posiciona no lado oposto para empurrar o paciente. Também é possível notar que as costas dos técnicos estão endireitadas, de acordo com as práticas corretas de elevação e transferência.
Figura 1-28 B. Transferência de uma paciente de volta para a maca com três pessoas. Observe que dois técnicos sempre se posicionam no lado que está puxando o paciente, enquanto o outro se posiciona no lado oposto para empurrar o paciente. Também é possível notar que as costas dos técnicos estão endireitadas, de acordo com as práticas corretas de elevação e transferência.

Muitos hospitais agora possuem salas de radiografia especialmente equipadas adjacentes ao pronto-socorro. Essas unidades geralmente incluem equipamentos radiográficos especiais e macas com tampos radiotransparentes, que permitem o exame de pacientes em estado crítico na maca e em qualquer posição em que cheguem. Uma unidade radiográfica portátil é frequentemente levada para o pronto-socorro e a exposição radiográfica é realizada lá. Quando esse ambiente ideal não existe para emergências, pacientes traumatizados são frequentemente transferidos para o departamento central de radiologia. Lá, eles devem ter prioridade sobre pacientes não urgentes (ver capítulos 13 e 29).



Capítulo 1. Seção 20. Competências Específicas para Cada Faixa Etária.

Em construção.


As competências específicas para a idade são definidas como o conhecimento, habilidades, aptidões e comportamentos essenciais para fornecer um atendimento ideal a grupos de pacientes definidos. Exemplos de grupos definidos são pacientes neonatais, pediátricos, adolescentes e geriátricos. Uma competência profissional adequada é fundamental ao trabalhar com esses diversos grupos de pacientes e fornecer atendimento de saúde de qualidade. A Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) exige que as competências específicas para a idade sejam documentadas por escrito para todo o pessoal de saúde que presta atendimento direto a esses pacientes. Os técnicos são considerados pessoal de atendimento direto. Portanto, a JCAHO exige que os serviços de radiologia documentem que os técnicos mantêm sua competência na realização de exames radiológicos em grupos específicos de pacientes.

A competência específica para a idade baseia-se no conhecimento de que diferentes grupos de pacientes têm necessidades físicas e psicossociais especiais. Diferentes tipos e níveis de competência são necessários para populações específicas de pacientes. Por exemplo, um técnico que realiza exames radiológicos em pacientes neonatais ou pediátricos deve ter capacidade para interpretar comunicações não verbais. O trabalho com pacientes geriátricos exige que o técnico tenha o treinamento e a capacidade necessários para avaliar e manter a integridade de uma pele muito frágil.

As instituições de saúde que atendem pacientes podem classificar os diferentes grupos de idade para os quais as competências específicas são definidas. Alguns hospitais podem classificar os pacientes por idade cronológica, outros usam a idade funcional e outros podem optar por agrupamentos por estágio de vida. Organizações especializadas, como hospitais pediátricos, geriátricos, psiquiátricos ou de cuidados prolongados, podem usar critérios específicos próprios para, por exemplo, prematuros e neonatos, veteranos de guerra, alas de internamento fechado ou de doença de Alzheimer, etc.

O fundamento das competências relacionadas à idade é que o atendimento direto ao paciente por pessoal incompetente para determinados grupos de idade ou funcionais pode comprometer os tratamentos, aumentar as reclamações dos pacientes sobre o atendimento, causar erros médicos graves e aumentar os custos operacionais.

A JCAHO busca evidências de programas de desenvolvimento de pessoal eficazes e atualizados que sirvam para manter e melhorar a competência dos profissionais. Ao avaliar organizações, a JCAHO busca, em primeiro lugar, evidências de avaliação de competências nos registros do pessoal. O Joint Review Committee on Education in Radiologic Technology (JRCERT), a organização que credencia programas de radiologia, faz visitas presenciais aos centros com programas de radiologia e busca evidências de que os alunos não apenas aprendem a teoria básica que sustenta as competências relacionadas à idade, mas também as adquirem.



Capítulo 1. Seção 20. Competências Específicas para Cada Faixa Etária.

Em construção.


TABELA 1-1 - Lista numerada de critérios específicos da idade.
Critério. Neonatos. Pacientes Pediátricos. Adolescentes. Adultos. Pacientes Geriátricos.
Conhecimento do crescimento e desenvolvimento. . . . . .
Capacidade de avaliar dados específicos da idade. . . . . .
Capacidade de interpretar dados específicos da idade. . . . . .
Possui a formação/conhecimento para realizar tratamentos (p. ex., medicações, equipamentos). . . . . .
Habilidades de comunicação adequadas para a idade. . . . . .
Possui o conhecimento de recursos de comunicação específicos para a idade. . . . . .
Inclui a família ou cuidadores, ou ambos, no plano de cuidados. . . . . .

QUADRO 1-2 - Exemplos de competências específicas da idade que devem ser solicitadas a um técnico para dois grupos de idade selecionados.

Neonatos (1-30 dias):

  • Explicar o exame aos pais se estiverem presentes.
  • Cobrir a criança com um cobertor para que ela conserve o calor corporal.
  • Cobrir o receptor de imagem com um cobertor ou lençol para proteger a pele de possíveis ferimentos.
  • Colimar para que apenas a área de interesse seja visível.
  • Proteger o paciente e os possíveis assistentes.

Pacientes geriátricos (68 anos de idade ou mais):

  • Falar com clareza e não levantar a voz.
  • Não apressá-los durante o exame.
  • Utilizar auxílios de posicionamento, quando possível.
  • Certificar-se de que o paciente esteja aquecido, devido à pior circulação.
  • Não deixar o paciente sem supervisão na mesa de raios-X.

Esta lista não é exclusiva para os dois grupos de idade mencionados. As competências relacionadas à idade também são preparadas para outros grupos de idade.



Capítulo 1. Seção 21. Identificação Radiográfica.

Em construção.


Em todas as radiografias deve constar a seguinte informação (fig. 1-29, A):

  • Data.
  • Nome do paciente ou número de identificação.
  • Marcador de direita ou esquerda.
  • Identificação da instituição.
Figura 1-29 A. Todas as radiografias devem encontrar-se permanentemente identificadas e devem conter um mínimo de quatro marcas identificativas.
Figura 1-29 A. Todas as radiografias devem encontrar-se permanentemente identificadas e devem conter um mínimo de quatro marcas identificativas.

Uma identificação correta resulta essencial e sempre deve ser confirmada. A identificação resulta absolutamente crucial nos estudos de comparação, nos estudos de acompanhamento e em casos médico-legais. Os técnicos devem desenvolver o hábito de comprovar várias vezes o marcador de identificação imediatamente antes de colocá-lo no RI. Os sistemas digitais introduzidos recentemente utilizam um computador na sala radiográfica. O técnico introduz a identificação do paciente e outros dados diretamente em cada radiografia através de um computador (fig. 1-29, B e C).

Figura 1-29 B. Técnico utilizando um sistema de radiografia computadorizada e introduzindo os dados de identificação do paciente em um computador da sala radiográfica.
Figura 1-29 B. Técnico utilizando um sistema de radiografia computadorizada e introduzindo os dados de identificação do paciente em um computador da sala radiográfica.
Figura 1-29 C. A imagem laser resultante mostra a informação sobre o paciente.
Figura 1-29 C. A imagem laser resultante mostra a informação sobre o paciente.


Capítulo 1. Seção 21. Identificação Radiográfica.

Em construção.


Outros marcadores de identificação do paciente que podem ser introduzidos incluem a idade ou a data de nascimento do paciente, a hora do dia e o nome do técnico ou do médico responsável. Para determinados exames, a radiografia deve incluir marcadores como o tempo acumulado desde a introdução de contraste (ex.: 5 min após a injeção) e o nível do ponto de equilíbrio (ex.: 9 cm) em uma tomografia. Outras radiografias se marcam indicando a posição do paciente (ex.: posição de pé, decúbito) ou com outros marcadores específicos da instituição.

Dispõe-se de numerosos métodos para a marcação das radiografias para sua identificação. Estes métodos incluem o radiografado conjuntamente com a parte estudada, a incorporação como "flash de luz" sobre a chapa na câmara escura ou sala de exames antes da revelação, a escrita sobre a chapa uma vez que esta tenha sido processada, a perfuração da informação sobre a chapa, ou a incorporação de etiquetas adesivas.

Embora a maior parte da informação seja adicionada automaticamente às imagens digitais, pode-se rotular informação adicional em cada imagem. Podem também escolher-se marcadores digitais "auxiliares" como o "D" ou o "I" e colocá-los na imagem digital.



Capítulo 1. Seção 22. Pontos de Referência Anatômicos.

Em construção.


Cada radiografia deve incluir um marcador radiográfico adequado que claramente indique o lado direito (D) e esquerdo (I) do paciente. Os requisitos médico-legais exigem a presença destes marcadores. Tanto os técnicos quanto os médicos devem buscá-los para estabelecer o lado correto do paciente ou o membro adequado. Os marcadores estão feitos tipicamente de chumbo e são colocados diretamente no RI. O marcador é visto na imagem conjuntamente com a parte anatômica (fig. 1-30). É inaceitável escrever à mão o "D" ou o "I" em uma radiografia após seu processamento. A única exceção podem ser certas projeções tiradas durante procedimentos cirúrgicos e traumatológicos. No quadro 1-3 mostram-se as regras concretas da colocação do marcador.

Figura 1-30 A. Projeção AP do abdome mostrando um marcador à direita (D).
Figura 1-30 A. Projeção AP do abdome mostrando um marcador à direita (D).
Figura 1-30 B. Projeção AP do membro inferior mostrando o marcador à esquerda (I) na borda externa da imagem.
Figura 1-30 B. Projeção AP do membro inferior mostrando o marcador à esquerda (I) na borda externa da imagem.
Figura 1-30 C. Projeção AP dos joelhos direito e esquerdo em uma única imagem mostrando os marcadores D e I.
Figura 1-30 C. Projeção AP dos joelhos direito e esquerdo em uma única imagem mostrando os marcadores D e I.
Figura 1-30 D. Projeção AP do tórax obtida na posição de decúbito lateral esquerdo mostrando o marcador D na parte superior do receptor de imagem.
Figura 1-30 D. Projeção AP do tórax obtida na posição de decúbito lateral esquerdo mostrando o marcador D na parte superior do receptor de imagem.

Os convencionalismos básicos sobre o marcador incluem os seguintes:

  • O marcador nunca deve ocultar a anatomia.
  • O marcador nunca deve estar colocado sobre a identificação e informação do paciente.
  • O marcador deve estar sempre colocado na borda do limite de colimação.
  • O marcador sempre deve ficar situado fora de qualquer proteção de chumbo.


Capítulo 1. Seção 22. Pontos de Referência Anatômicos.

Em construção.


QUADRO 1-3.

Regras concretas para a colocação de marcadores.

  1. Para as projeções AP e PA padrão que incluem os lados D e I do corpo (crânio, coluna, tórax, abdômen e pelve), geralmente utiliza-se um marcador D.
  2. Nas projeções laterais da cabeça e do tronco (cabeça, coluna, tórax, abdômen e pelve), sempre se marca o lado mais próximo ao RI. Por exemplo, se o lado esquerdo é o mais próximo, utiliza-se o marcador I. Geralmente coloca-se o marcador na parte anterior da anatomia.
  3. Nas projeções oblíquas que incluem os lados D e I do corpo (coluna, tórax e abdômen), o lado inferior ou mais próximo ao RI é o que geralmente se marca. Por exemplo, em uma posição oblíqua posterior direita, marca-se o lado D.
  4. Nas projeções das extremidades utiliza-se o marcador D ou I adequado. Deve colocar-se dito marcador dentro dos limites do feixe de raios X colimado.
  5. Nas projeções dos membros que se realizam com duas imagens sobre um RI, só há que marcar uma das projeções.
  6. Nas projeções das extremidades nas quais se visualizam ao mesmo tempo em um RI ambos os lados D e I (ex.: AP de joelhos D e I), devem-se utilizar os marcadores D e I para identificar sem lugar a dúvida ambos os lados.
  7. Nas projeções AP, PA ou oblíqua do tórax e do abdômen, o marcador coloca-se no ângulo superior externo de forma que não tape a anatomia torácica.
  8. Nas posições de decúbito do tórax e do abdômen, o marcador de D ou I sempre deveria estar colocado no lado superior (oposto ao lado sobre o qual está deitado) e afastado da zona anatômica de interesse.

NOTA: Independentemente da projeção que esteja sendo realizada e da posição em que se encontre o paciente, se for utilizado um marcador D, este deve ficar colocado no lado "direito" do corpo do paciente. Se for empregado um marcador I, deve ficar colocado no lado "esquerdo" do corpo do paciente.



Capítulo 1. Seção 23. Posicionamento do Receptor de Imagem.

Em construção.


A parte que vai ser estudada geralmente fica situada no ponto central do RI ou em uma posição onde a angulação do raio central a projetará sobre o centro. O RI deve ser ajustado de forma que seu eixo longitudinal disponha-se em paralelo com o eixo longitudinal da parte que está sendo estudada. Embora um osso longo angulado ao longo da radiografia não altere o valor diagnóstico da imagem, tal disposição pode gerar uma distração estética. Na figura 1-31 mostram-se as três posições gerais do RI. Estas posições se nomeiam tendo em conta a posição em relação ao eixo longitudinal do corpo. A posição longitudinal do RI é de longe a que mais frequentemente se utiliza.

Figura 1-31 A. Posição longitudinal do RI para uma projeção AP do abdômen.
Figura 1-31 A. Posição longitudinal do RI para uma projeção AP do abdômen.
Figura 1-31 B. Posição transversal do RI para uma projeção AP da pelve.
Figura 1-31 B. Posição transversal do RI para uma projeção AP da pelve.
Figura 1-31 C. Posição em diagonal do RI para uma projeção AP da perna que inclua tanto a articulação do joelho quanto a do tornozelo.
Figura 1-31 C. Posição em diagonal do RI para uma projeção AP da perna que inclua tanto a articulação do joelho quanto a do tornozelo.

Mesmo que se saiba que a lesão pode encontrar-se na parte central do corpo (diáfise) deve utilizar-se um RI suficientemente grande para incluir uma articulação em todos os estudos dos ossos longos (fig. 1-32). Este método é a única forma de determinar a posição exata da área e de localizar a lesão. Muitas instituições requerem a demonstração de ambas as articulações durante a radiografia inicial de um osso longo. Em pacientes altos podem requerer-se duas exposições, uma para o osso longo e a articulação mais próxima à área de interesse e uma segunda com o fim de demonstrar a articulação da extremidade oposta.

Figura 1-32. Projeção AP da perna que mostra a articulação do tornozelo incluída na imagem. Deve mostrar-se uma articulação em todas as imagens dos ossos longos.
Figura 1-32. Projeção AP da perna que mostra a articulação do tornozelo incluída na imagem. Deve mostrar-se uma articulação em todas as imagens dos ossos longos.


Capítulo 1. Seção 23. Posicionamento do Receptor de Imagem.

Em construção.


Há que utilizar sempre um RI que cubra somente a região que está sendo estudada, não maior. Além de resultar exagerados, os RI grandes incluem partes extras que há que eliminar da radiografia e, o que é mais importante, causam uma exposição desnecessária do paciente à radiação.

Uma regra padrão em radiologia é colocar o objeto tão próximo ao RI quanto seja possível. Por exemplo, quando se obtêm projeções laterais dos dedos médio e anular, o técnico aumenta a DORI de forma que a parte em estudo situe-se paralela ao RI. Em algumas situações modifica-se esta regra. Embora a ampliação seja maior, produz-se menos distorção. O técnico pode aumentar a distância foco-receptor de imagem (DFRI) para compensar a DORI, reduzindo desta forma a ampliação. Em determinados casos, uma ampliação intencional resulta desejável e pode-se obter colocando e mantendo o objeto entre o RI e o ponto focal do tubo. Este procedimento é conhecido como radiografia ampliada.

Para facilitar a comparação podem colocar-se exames bilaterais de partes corporais pequenas em um único RI. No entanto, a duplicação exata da localização das imagens na chapa resulta difícil se não se tiver marcado com precisão o RI. Muitos RI têm marcadores permanentes nas bordas para ajudar o técnico a centralizar com igualdade múltiplas imagens em um RI. Em função do tamanho e da forma da parte corporal que esteja sendo radiografada, pode-se dividir o RI em metades bem transversal ou longitudinalmente. Em alguns casos pode-se dividir o RI em três ou em quatro (fig. 1-33).

Figura 1-33: Exemplos de exposições múltiplas em uma chapa.

Figura 1-33 A. Projeções AP e lateral do tornozelo expostas lado a lado em uma chapa radiográfica de 24 × 30cm.
Figura 1-33 A. Projeções AP e lateral do tornozelo expostas lado a lado em uma chapa radiográfica de 24 × 30cm.
Figura 1-33 B. Quatro projeções do estômago adquiridas diretamente sobre uma chapa de 35 × 43cm.
Figura 1-33 B. Quatro projeções do estômago adquiridas diretamente sobre uma chapa de 35 × 43cm.

No entanto, há partes do corpo que sempre devem identificar-se como lado direito ou esquerdo e colocar-se no RI da mesma forma, bem de frente ou de costas entre si, de acordo com o protocolo estabelecido. O técnico planeja as exposições de forma que o marcador de identificação da imagem não interfira na área de interesse.



Capítulo 1. Seção 24. Conversão entre Medidas Inglesas e Métricas e Tamanho do Filme.

Em construção.


As medidas são os padrões utilizados para estabelecer o tamanho. Os habitantes dos EUA e de outros poucos países utilizam unidades de medida correspondentes a seu costume ou sistema de medição inglês. Embora este sistema tenha se desenvolvido na Inglaterra, os habitantes de quase todos os demais países, incluindo a Grã-Bretanha, utilizam atualmente o sistema métrico-decimal.

Durante as duas últimas décadas realizaram-se esforços com o fim de converter todas as medidas inglesas ao sistema métrico padrão mundial. Esses esforços não resultaram particularmente eficazes. Não obstante, com grande probabilidade produzir-se-á no futuro a conversão completa ao sistema métrico.

Fornece-se a seguinte informação para ajudar o técnico ao converter as medidas do sistema inglês ao sistema métrico-decimal e vice-versa:

  • 1 polegada = 2,54 cm.
  • 1 cm = 0,3937 polegadas.
  • 40 polegadas de DFRI = 1 m (aproximadamente).

Os filmes radiográficos fabricam-se em tamanhos tanto do sistema inglês quanto do métrico. A maioria dos tamanhos que se utilizam nos EUA foram convertidos recentemente ao sistema métrico. (Na tabela 1-2 enumeram-se os tamanhos de filmes mais habituais utilizados nos serviços de radiologia dos EUA conjuntamente com seu uso geral.) No entanto, 4 dos 11 tamanhos frequentes continuam sendo fabricados segundo o tamanho inglês. O tamanho 24 x 30 cm substituiu ao de 10 x 12 polegadas. Não obstante, continua-se fabricando o tamanho de 10 x 12 polegadas para seu uso em chassi com grade. Muito poucos ou nenhum dos tamanhos do sistema inglês se utilizam fora dos EUA. Quatro dos antigos tamanhos de filme segundo o sistema inglês antigo já não se fabricam mais. Há vários tamanhos de filme adicionais que se utilizam rotineiramente em serviços fora dos EUA, incluindo os tamanhos de 30 x 40 cm e de 40 x 40 cm.



Capítulo 1. Seção 24. Conversão entre Medidas Inglesas e Métricas e Tamanho do Filme.

Em construção.


TAMANHOS DE FILME NESTE ATLAS.

Os tamanhos de chapa ou de RI que se recomendam neste atlas são para adultos. Estes tamanhos são suscetíveis de modificação segundo as necessidades com o fim de adaptar-se ao tamanho da área corporal. No atlas utilizam-se tamanhos do sistema métrico. A única exceção é a das chapas que continuam fabricando-se em tamanhos segundo o sistema inglês.

TABELA 1-2 - Tamanhos de filme radiográfico de uso mais comum nos EUA.
Tamanhos de filme atuais. Tamanhos de filme antigos †. Utilização ‡.
18 × 24 cm. . Mamografia.
. 8 × 10 polegadas. Exames gerais.
24 × 24 cm. 9 × 9 polegadas. Radioscopia.
24 × 30 cm. . Exames gerais e mamografia.
. 10 × 12 polegadas. Exames gerais (chassi com grade).
18 × 43 cm. 7 × 17 polegadas. Antebraços, pernas.
30 × 35 cm. 11 × 14 polegadas. Exames gerais.
35 × 35 cm. . Radioscopia.
35 × 43 cm. 14 × 17 polegadas. Exames gerais.
. 14 × 36 polegadas. Coluna em ortostase (em pé).
. 14 × 51 polegadas. Telerradiografia de membros inferiores.

* Ordenados do menor para o maior tamanho.

† Os tamanhos em sistema inglês não são mais utilizados.

‡ Uso mais frequente nos EUA. Fora dos EUA, os usos podem variar.



Capítulo 1. Seção 25. Direção do Raio Central.

Em construção.


O raio central ou principal do feixe é denominado simplificadamente raio central (RC) e encontra-se sempre centrado no RI a não ser que esteja sendo utilizado um deslocamento do receptor. O feixe central é angulado em direção à parte de interesse sob as seguintes condições:

  • No caso de estruturas suprajacentes ou subjacentes, não devem se sobrepor.
  • No caso de uma estrutura curva, como o sacro ou o cóccix, não deve se sobrepor a si mesma.
  • Quando é necessária a projeção através de articulações anguladas, tais como a articulação do joelho e a charneira lombossacra.
  • Quando é necessário obter uma projeção através de estruturas anguladas sem encurtamento ou alongamento, como por exemplo em uma imagem lateral do colo do fêmur.

O objetivo geral é que o raio central seja direcionado perpendicularmente à estrutura em estudo. Um posicionamento preciso da parte em estudo e um centramento exato do feixe central têm igual importância na obtenção de uma verdadeira projeção estrutural.



Capítulo 1. Seção 26. Distancia Foco-receptor de Imagem.

Em construção.


A DFRI é a distância entre o ânodo do interior de um tubo de raios X e o RI (fig. 1-34). A DFRI tem uma importante consideração técnica na produção de radiografias de qualidade ótima. Esta distância é um componente crítico em cada radiografia porque afeta diretamente a magnificação da parte corporal, o detalhe registrado e a dose para o paciente. Quanto maior for a DFRI, menos a parte corporal em estudo aparecerá magnificada e maior será o detalhe registrado. Tradicionalmente, tem sido utilizada uma distância de 102 cm (40 polegadas) nos exames mais convencionais. No entanto, nos últimos anos, a DFRI foi aumentada para 122 cm (48 polegadas) em alguns departamentos.1-6 Tecnicamente, uma DFRI maior requer um tempo de exposição maior porque o tubo de raios X está mais distante do RI. Isso poderia promover o movimento durante a captura da imagem. No entanto, com o uso de sistemas de filme-tela mais rápidos ou de receptores digitais de classe mais rápida e a flexibilidade dos fatores técnicos ao empregar sistemas digitais, tempos de exposição curtos com DFRI de até 122 cm (48 polegadas) são comuns. Deve ser estabelecida uma DFRI para cada projeção radiográfica, o que deve ser anotado no livro técnico.

Figura 1-34: O tubo radiográfico, o paciente e a mesa ilustram as DFRI e DFP.
Figura 1-34: O tubo radiográfico, o paciente e a mesa ilustram as DFRI e DFP.

Para algumas projeções radiográficas, é desejável uma DFRI de menos de 102 cm (40 polegadas). Por exemplo, em determinados exames, como o da odontoide tomado com a boca aberta, pode ser utilizada uma DFRI curta de 76 cm (30 polegadas).

Pelo contrário, usa-se uma DFRI maior que a padrão em algumas projeções radiográficas. Na radiografia de tórax, uma DFRI de 183 cm (72 polegadas) é a distância mínima e em muitos serviços emprega-se uma distância de até 305 cm (120 polegadas). Essas distâncias longas são necessárias para garantir que todos os pulmões caibam na largura de 35 cm do RI (através de uma magnificação reduzida da parte do corpo) e, mais importante, para garantir que o coração não apareça aumentado por fatores técnicos nos diagnósticos de cardiomegalia.



Capítulo 1. Seção 26. Distancia Foco-receptor de Imagem.

Em construção.


DISTÂNCIA FOCO-RECEPTOR DE IMAGEM NESTE ATLAS.

Quando é necessária uma DFRI específica para uma qualidade de imagem ótima, é indicado na página sobre a projeção específica. A recomendação dos autores para as projeções é utilizar sempre uma DFRI de 122 cm (48 polegadas), salvo indicação em contrário. Nos gráficos técnicos de exposição de exemplo em cada capítulo, é indicada uma DFRI de 122 cm (48 polegadas).

DISTÂNCIA FOCO-PELE.

A distância entre o tubo radiográfico e a pele do paciente é conhecida como distância foco-pele (DFP) (v. fig. 1-34). Esta distância afeta a dose para o paciente e é regulada pelo National Council on Radiation Protection (NCRP).

As regulamentações atuais do NCRP indicam que a DFP não será inferior a 30 cm (12 polegadas) e não deve ser inferior a 38 cm (15 polegadas).1



Capítulo 1. Seção 27. Colimação do Feixe de Raios X.

Em construção.


O feixe de radiação deve ser suficientemente estreito para que apenas a área a ser examinada seja irradiada. Esta restrição do feixe de raios X tem dois propósitos. Em primeiro lugar, minimiza a quantidade de radiação para o paciente e reduz a quantidade de radiação dispersa que pode atingir o RI. Em segundo lugar, produz radiografias que demonstram um registro excelente dos detalhes e um maior contraste radiográfico ao reduzir a radiação dispersa, conseguindo consequentemente uma escala de contrastes mais curta e evitando a radiação secundária devida à exposição dos tecidos circundantes, com o borramento resultante das imagens (fig. 1-35).

Figura 1-35: Radiografias da pelve e o acetábulo.

Figura 1-35 A. O colimador foi aberto sem intenção para um tamanho de 35 × 43 cm. Observe-se como a radiação dispersa e a secundária reduziram o contraste radiográfico, do que resulta uma má qualidade da imagem.
Figura 1-35 A. O colimador foi aberto sem intenção para um tamanho de 35 × 43 cm. Observe-se como a radiação dispersa e a secundária reduziram o contraste radiográfico, do que resulta uma má qualidade da imagem.
Figura 1-35 B. Com o colimador corretamente aplicado a 18 × 24 cm melhoram o contraste radiográfico e a apreciação dos detalhes.
Figura 1-35 B. Com o colimador corretamente aplicado a 18 × 24 cm melhoram o contraste radiográfico e a apreciação dos detalhes.


Capítulo 1. Seção 27. Colimação do Feixe de Raios X.

Em construção.


A área do feixe de radiação é reduzida ao tamanho necessário através da utilização de um colimador automático ou diafragma especificamente conformado, fabricado em chumbo ou com outro metal que tenha alta capacidade de absorção da radiação. Devido à restrição do feixe, a radiação periférica colide e é absorvida pelo colimador metálico, e apenas os raios X que saem através de sua abertura serão transmitidos ao campo de exposição. Como sua eficácia depende da proximidade à fonte de raios X, cones de extensão e diafragmas podem ser fixados ao colimador.



Capítulo 1. Seção 28. Proteção Gonadal.

Em construção.


As gônadas dos pacientes podem ser irradiadas durante a realização de exames radiográficos do abdômen, da pelve e da área do quadril. Sempre que possível, deve-se utilizar a proteção gonadal para proteger os pacientes. Podem ser usados protetores de contato, de sobreposição e de grande superfície nos exames radiográficos (figs. 1-36 a 1-38). Os Centros de Dispositivos de Saúde Radiológica desenvolveram diretrizes que recomendam a proteção gonadal nas seguintes circunstâncias:

  • Se as gônadas estiverem situadas dentro do campo de radiação primário ou próximas a ele (a cerca de 5 cm), mesmo com uma colimação adequada do feixe.
  • Se o objetivo clínico do exame não for comprometido.
  • Se o paciente tiver um potencial reprodutivo razoável.
Figura 1-36 A. Protetor de contato colocado sobre as gônadas deste paciente.
Figura 1-36 A. Protetor de contato colocado sobre as gônadas deste paciente.
Figura 1-36 B. Protetor de contato colocado sobre as gônadas desta paciente.
Figura 1-36 B. Protetor de contato colocado sobre as gônadas desta paciente.
Figura 1-37 A. Protetor de sobreposição utilizado com um paciente masculino. O dispositivo triangular de chumbo (seta) pendura no tubo de raios X e é posicionado de forma que sua sombra proteja as gônadas (setas duplas).
Figura 1-37 A. Protetor de sobreposição utilizado com um paciente masculino. O dispositivo triangular de chumbo (seta) pendura no tubo de raios X e é posicionado de forma que sua sombra proteja as gônadas (setas duplas).
Figura 1-37 B. Protetor de sobreposição aplicado a um bebê do sexo feminino. O protetor em forma de trevo foi colocado sob o colimador por meio de ímãs para que sua sombra protegesse as gônadas (seta).
Figura 1-37 B. Protetor de sobreposição aplicado a um bebê do sexo feminino. O protetor em forma de trevo foi colocado sob o colimador por meio de ímãs para que sua sombra protegesse as gônadas (seta).
Figura 1-37 C. Protetor de sobreposição em forma de trevo (seta) colocado sob o colimador por meio de ímãs.
Figura 1-37 C. Protetor de sobreposição em forma de trevo (seta) colocado sob o colimador por meio de ímãs.
Figura 1-38 Uma grande chapa flexível de chumbo (seta) é envolvida na pelve deste paciente para proteger as gônadas durante um exame radiográfico portátil do tórax.
Figura 1-38 Uma grande chapa flexível de chumbo (seta) é envolvida na pelve deste paciente para proteger as gônadas durante um exame radiográfico portátil do tórax.


Capítulo 1. Seção 28. Proteção Gonadal.

Em construção.


DOSE NA MEDULA ÓSSEA.

Um órgão que desperta preocupação especial é a medula óssea. A dose na medula óssea é usada para estimar a dose média na medula óssea (DMMO) na população como um índice do efeito somático da exposição à radiação. A Tabela 1-3 indica a DMMO associada a vários exames radiográficos. Cada uma dessas doses resulta de uma exposição parcial do corpo e é média para todo o corpo.

Tabela 1-3 - Dose representativa na medula óssea em exames radiográficos selecionados.
Exame. Dose média na medula óssea (mrad).
Crânio. 10.
Coluna cervical. 20.
Tórax. 2.
Estômago e trato gastrointestinal superior. 100.
Vesícula biliar. 80.
Coluna lombar. 60.
Urografia intravenosa. 25.
Abdômen. 30.
Pelve. 20.
Extremidades. 2.

DOSE GONADAL.

A exposição das gônadas à radiação durante a aquisição de radiografias diagnósticas é uma grande preocupação devido aos possíveis efeitos genéticos da radiação X. A Tabela 1-4 indica as doses gonadais médias recebidas durante vários exames radiográficos. A grande diferença entre homens e mulheres deve-se à proteção dos ovários pelo tecido circundante.

TABELA 1-4 - Dose gonadal aproximada produzida por diversos exames radiográficos.
Exame. Dose gonadal para Homens (mrad). Dose gonadal para Mulheres (mrad).
Crânio. ≤ 1. ≤ 1.
Coluna cervical. 1. ≤ 1.
Ortopantomografia dental. 1. ≤ 1.
Tórax. ≤ 1. ≤ 1.
Estômago e trato gastrointestinal superior. 2. 40.
Vesícula biliar. 1. 20.
Coluna lombar. 175. 400.
Urografia intravenosa. 150. 300.
Abdômen. 100. 200.
Pelve. 300. 150.
Extremidades. ≤ 1. ≤ 1.


Capítulo 1. Seção 29. Radiografia Digital.

Em construção.


Desde a descoberta dos raios X em 1895, a radiografia digital tem impulsionado algumas das mudanças tecnicamente mais significativas na forma como realizamos as radiografias. Estes sistemas utilizam computadores e equipamentos digitais para exibir a imagem radiográfica. Os serviços de radiologia de todo o mundo estão se convertendo lentamente a sistemas digitais. No futuro, todas as radiografias poderão eventualmente ser realizadas com tecnologia digital ou algum outro tipo de tecnologia similar.

A radiografia computada (CR) inclui a realização de radiografias nas projeções convencionais nas quais a imagem latente (a imagem que não se vê) é produzida em formato digital utilizando tecnologia de informática. O sistema de CR utiliza um equipamento radiográfico convencional e posições radiográficas e fatores técnicos convencionais. No entanto, o RI consiste em uma lâmina de material que contém fósforo e é semelhante a uma tela intensificadora convencional situada dentro de um chassi fechado em vez de uma placa dentro de um chassi opaco à luz. A estes RI com armazenamento por fósforo são frequentemente denominados "placa" ou "placa de imagens" (PI). Após sua exposição, o chassi de CR é introduzido em um dispositivo leitor de imagens (fig. 1-39), no qual é escaneado por meio de um feixe laser, aparecendo a imagem final em um monitor de computador. O técnico pode ajustar a imagem em busca da densidade e do contraste adequados e posteriormente imprimi-la em um filme laser, ou armazenar a imagem em um computador para que o radiologista a leia diretamente em um monitor (fig. 1-40). Com os sistemas de CR não são utilizados câmara escura nem processadoras de placas.

Figura 1-39: Técnico introduzindo uma PI em uma unidade leitora de imagens de um sistema de CR. A unidade escaneia a placa por meio de um feixe laser e exibe a imagem digitalizada da parte corporal em um computador para sua leitura em um monitor ou, se necessário, para sua impressão em um filme laser.
Figura 1-39: Técnico introduzindo uma PI em uma unidade leitora de imagens de um sistema de CR. A unidade escaneia a placa por meio de um feixe laser e exibe a imagem digitalizada da parte corporal em um computador para sua leitura em um monitor ou, se necessário, para sua impressão em um filme laser.
Figura 1-40 A. O técnico utiliza o mouse para ajustar no monitor a imagem de CR da parte do corpo ao tamanho, densidade e contraste adequados antes de enviá-la eletronicamente para leitura.
Figura 1-40 A. O técnico utiliza o mouse para ajustar no monitor a imagem de CR da parte do corpo ao tamanho, densidade e contraste adequados antes de enviá-la eletronicamente para leitura.
Figura 1-40 B. O radiologista está lendo no monitor várias imagens de CR de um paciente.
Figura 1-40 B. O radiologista está lendo no monitor várias imagens de CR de um paciente.

Os sistemas digitais de raios X mais modernos são os chamados sistemas de radiografia digital direta (RDD). São semelhantes aos sistemas de CR, mas não utilizam o mesmo tipo de chassi. O RI, seja uma PI utilizada com um CR ou um painel plano em estado sólido ou detector DCA que recebe a imagem dos raios X, está integrado em uma mesa de raios X ou em uma unidade de parede (fig. 1-41). Não é necessária uma unidade leitora de imagens para os detectores em estado sólido. A imagem é apresentada imediatamente no monitor do computador após a exposição.

A atenção aos detalhes é crucial quando o técnico utiliza CR ou RDD. Nas seções seguintes são expostas as considerações técnicas que diferem das utilizadas em radiologia convencional.

Figura 1-41 A. Mesa de raios X para RDD. O sistema detector de painel plano está integrado na mesa (seta). Não há bandeja de Bucky para um chassi.
Figura 1-41 A. Mesa de raios X para RDD. O sistema detector de painel plano está integrado na mesa (seta). Não há bandeja de Bucky para um chassi.
Figura 1-41 B. A imagem é exibida imediatamente em um monitor da sala de leitura de radiologia para visualização.
Figura 1-41 B. A imagem é exibida imediatamente em um monitor da sala de leitura de radiologia para visualização.


Capítulo 1. Seção 29. Radiografia Digital.

Em construção.


QUILOVOLTAGEM.

Devido, em certo sentido, à faixa dinâmica mais ampla dos sistemas digitais, parâmetros específicos de kVp não são tão críticos como na radiologia convencional. Podem ser aceitáveis parâmetros de kVp ligeiramente superiores para uma projeção radiográfica específica. No entanto, a utilização de um kVp muito baixo e que não penetra adequadamente a parte em estudo pode fazer com que a imagem tenha má qualidade (fig. 1-42). É melhor uma ligeira excessão de penetração na parte corporal do que uma exposição insuficiente. Deve ser indicado no livro técnico a faixa de kVp ideal para todas as projeções com sistemas digitais. Além disso, para aquelas partes corporais que têm espessuras de estruturas e densidades diferentes, mas que devem ser avaliadas com uma única projeção (p. ex., um fêmur), a parte mais espessa deve estar bem penetrada. Devem ser utilizados filtros de compensação naquelas partes corporais que mostram diferenças de densidade tecidual extremadas (v. capítulo 2).

Figura 1-42: Imagens de CR que mostram o efeito de uma penetração insuficiente.

Figura 1-42 A. Projeção AP do crânio com penetração insuficiente a 48 kVp. O computador foi incapaz de criar uma imagem diagnóstica porque não houve raios X suficientes que alcançaram a PI.
Figura 1-42 A. Projeção AP do crânio com penetração insuficiente a 48 kVp. O computador foi incapaz de criar uma imagem diagnóstica porque não houve raios X suficientes que alcançaram a PI.
Figura 1-42 B. A mesma projeção com uma penetração adequada de 85 kVp. A determinação do kVp é fundamental quando estão sendo utilizados sistemas digitais. (Por cortesia de Beth L. Veale MEd, RT(R) e Christi Carter, MSRS, RT(R).)
Figura 1-42 B. A mesma projeção com uma penetração adequada de 85 kVp. A determinação do kVp é fundamental quando estão sendo utilizados sistemas digitais. (Por cortesia de Beth L. Veale MEd, RT(R) e Christi Carter, MSRS, RT(R).)

CENTRALIZAÇÃO DA PARTE EM ESTUDO.

A parte do corpo que está sendo radiografada deve sempre ser colocada na área central, ou perto dela, da placa de CR ou do detector de RDD. Se o raio central for direcionado para uma parte corporal que se encontra na periferia do RI (p. ex., um dedo situado na borda), o computador pode não ser capaz de formar adequadamente a imagem. Isso também depende se o computador está em modo de processamento automático ou manual. As placas de imagens de CR podem ser divididas pela metade e utilizadas para duas exposições separadas porque o leitor de imagens detectará as duas zonas de exposição. No entanto, esta prática não é recomendada pelos fabricantes de equipamentos digitais.

CHASSI DIVIDIDO.

Se uma placa de CR for dividida pela metade e utilizada em duas exposições separadas, o lado que não está recebendo a exposição deve sempre ser coberto com uma cobertura de chumbo. Os fósforos de armazenamento da placa de CR são hipersensíveis a níveis baixos de exposição que podem aparecer na imagem se não estiverem adequadamente protegidos. A cobertura da metade não utilizada evita que a radiação dispersa atinja o lado não exposto da placa de CR. Embora esta técnica seja praticada na radiologia convencional, é mais crítica com a CR. Dependendo dos fatores técnicos específicos utilizados, as imagens podem não aparecer de forma alguma, conter artefatos ou apresentar outras falhas de processamento. Além disso, os fatores técnicos e a espessura das partes do corpo em estudo para as duas exposições devem ser relativamente similares entre si.

SOBRE-EXPOSIÇÃO E SUBEXPOSIÇÃO.

Uma imagem clara ou escura no monitor de apresentação pode não indicar que a parte em estudo está subexposta ou superexposta aos raios X como na radiografia convencional. Uma ampla disposição de fatores relacionados ao computador pode fazer com que uma imagem fique clara ou escura quando é empregado um processamento digital. As imagens digitais são frequentemente apresentadas com números que indicam a quantidade de exposição que atinge a placa. A determinação da sobreexposição ou subexposição pode ser feita avaliando este número indicativo da exposição e não a claridade ou escuridão da imagem inicial no monitor.

COLIMAÇÃO.

Como na radiologia convencional, a parte corporal que está sendo radiografada deve ser cuidadosamente colimada. Além das questões habituais sobre qualidade das imagens associadas com uma radiação dispersa excessiva ou fora de foco, a prática de uma má colimação com sistemas digitais pode resultar em erros no processamento digital. Estes erros estão frequentemente relacionados com uma incapacidade do sistema para identificar e separar informações da imagem a partir da exposição do feixe primário nas bordas colimadas do campo de imagem, o que produzirá imagens com um brilho ou contraste inadequados. A parte do corpo e a colimação do campo devem estar sempre centradas no RI quando possível. No mínimo, o campo colimado deve ser direcionado de forma que as quatro bordas estejam no RI. Quando estão sendo realizadas múltiplas exposições sobre um receptor de imagem de CR, os campos colimados devem ficar espaçados e orientados de forma a evitar o sobreposição de bordas colimadas adjacentes.

CHASSIS ABERTOS.

Uma vez realizada a exposição de uma placa, o chassi pode ser aberto momentaneamente e exposto à luz sem comprometer a imagem; uma exposição de 15 s começaria o processo de apagamento. A exposição do fósforo à luz ambiente inicia o processo de apagamento, mas tal processo é lento. Com as placas de CR, a imagem latente permanece armazenada no fósforo. O chassi não é projetado à prova de luz, mas para proteger a placa de imagem de poeira, arranhões e outros acidentes. Nisso há diferenças com a radiografia convencional, na qual a placa que está no chassi fica inutilizada mesmo com uma mínima exposição momentânea à luz.

GRADE.

Os RI dos sistemas de radiografia digital são muito mais sensíveis à radiação dispersa. Algumas projeções podem requerer uma grade se o kVp aumenta acima de um determinado nível. Por exemplo, um fabricante indica a utilização de uma grade para qualquer exposição superior a 90 kVp. Esta consideração tem particular importância nas radiografias portáteis, muitas das quais são realizadas sem uma grade. Com os sistemas digitais, pode ser necessário reavaliar os protocolos de exploração a fim de determinar a necessidade de uma grade.

A RADIOGRAFIA DIGITAL NESTE ATLAS.

Na maioria das explorações radiográficas, a posicionamento para uma radiografia não muda substancialmente entre a CR e a RDD. No entanto, para algumas projeções a centralização da parte em estudo, o raio central, a colimação e outros fatores técnicos podem ser ligeiramente diferentes. Quando isso ocorre, será feito um comentário que ficará destacado sob o seguinte ícone:



Capítulo 1. Seção 30. Princípios e Gráficos Básicos de Exposição.

Em construção.


Uma tabela de técnica das exposições deve estar disponível em cada sala radiográfica e nos equipamentos portáteis, incluindo aqueles que utilizam controles de exposição automática (CEA) e sistemas digitais.¹⁻³ Uma tabela de técnicas básica é a que é considerada para todos os adultos de tamanho médio normal. Uma tabela bem projetada também deve incluir os ajustes sugeridos para pacientes pediátricos, magros e obesos. A tabela deve estar organizada de forma que mostre todas as projeções radiográficas que podem ser realizadas na sala. Também devem estar indicados os fatores específicos de exposição para cada projeção (fig. 1-43). Deve ser utilizada uma marca de medições para estabelecer a espessura da parte em estudo a fim de selecionar a técnica adequada (fig. 1-44).


TABELA DE TÉCNICAS DE EXPOSIÇÃO—PROJEÇÕES FUNDAMENTAIS.

TÓRAX OSSEO.
TABELA 2 - Parâmetros técnicos para exames radiográficos específicos * † ‡.
Parte em estudo. cm. kVp*. T. mA. mAs. CEA. DFRI. RI Dose† (mrad).
Esterno: oblíqua PA‡. 20. 65. 0,22. 200s. 45. 30". 306. 24 × 30 cm.
Esterno: lateral‡. 29. 70. 0,4. 200s. 80. 72". 710. 24 × 30 cm.
Articulações EC: PA‡. 17. 65. 0,15. 200s. 30. 48". 195. 35 × 43 cm.
Articulações EC: oblíqua PA‡. 18. 65. 0,16. 200s. 32. 48". 208. 35 × 43 cm.
Costelas anterossuperiores: PA‡. 21. 70. 0,16. 200s. 32. 48". 60. 35 × 43 cm.
Costelas posteriores: AP superior‡. 21. 70. 0,16. 200s. 32. 48". 60. 35 × 43 cm.
Costelas posteriores: AP inferior‡. 21. 70. 0,16. 200s. 32. 48". 159. 35 × 43 cm.
Costelas-axilar: oblíqua AP‡. 23. 70. 0,16. 200s. 32. 48". 82. 35 × 43 cm.
Costelas-axilar: oblíqua PA‡. 23. 70. 0,16. 200s. 32. 48". 82. 35 × 43 cm.

* kVp pode variar dependendo da espessura e constituição do paciente.

† RI Dose: Dose de Entrada na Peje (Entrance Skin Dose).

‡ Incidência radiográfica.

EC, esternoclavicular; S, ponto focal pequeno.

*Os valores de kVp são para um gerador trifásico de 12 pulsos.

†Doses relativas para uso comparativo. Todas as doses são na entrada cutânea para um adulto médio nos cm indicados.

‡Bucky, grade 16:1. Velocidade chapa/filme 300.

A tabela técnica de exposição radiográfica que mostra os fatores técnicos para a exposição manual e com CEA para os exames identificados.

Figura 1-44. Utiliza-se um calibrador para medir a parte do corpo visando a escolha de uma técnica de exposição precisa.
Figura 1-44. Utiliza-se um calibrador para medir a parte do corpo visando a escolha de uma técnica de exposição precisa.


Capítulo 1. Seção 30. Princípios e Gráficos Básicos de Exposição.

Em construção.


Cada capítulo contém uma amostra da tabela técnica de exposições para as projeções essenciais descritas nele. Esta tabela é apenas uma amostra e não devem ser utilizadas as técnicas de exposição que são enumeradas a menos que os parâmetros técnicos sejam exatamente os mesmos no serviço do usuário. No entanto, a tabela pode ser utilizada para demonstrar técnicas de exposição manuais e automáticas e a diferença entre as exposições para várias partes do corpo, e também como linha de base para o desenvolvimento de tabelas exatas em cada serviço de radiologia.

Os valores de kVp para cada projeção são aproximados para o gerador trifásico utilizado para as tabelas e podem ser utilizados para a parte corporal conforme indicado.

Uma tabela de técnicas satisfatória só pode ser alcançada através da familiarização do técnico com as características do equipamento específico e os acessórios utilizados e com as preferências de qualidade de imagem dos radiologistas. É necessário considerar os seguintes fatores primários ao estabelecer uma técnica básica correta para cada equipamento:

  • Miliamperagem (mA).
  • Quilovoltagem (pico) (kVp).
  • Tempo de exposição (segundos).
  • Controles de exposição automática (CEA).
  • Distância foco-receptor de imagem (DFRI).
  • Grade.
  • Tipo de chapa e número de velocidade da tela.
  • Fonte elétrica.

Com esta informação, é possível selecionar os fatores de exposição para cada região do corpo e equilibrá-los para obter a melhor qualidade radiográfica possível.

Os geradores de raios X modernos possuem programadores anatômicos que podem armazenar uma ampla gama de técnicas de exposição radiográfica para a maioria das partes do corpo (fig. 1-45). O técnico simplesmente seleciona a parte do corpo e a técnica fica automaticamente estabelecida.

Figura 1-45. Programador automático de um gerador de raios X. Os fatores técnicos de exposição para a maioria das partes do corpo estão programados previamente no computador.
Figura 1-45. Programador automático de um gerador de raios X. Os fatores técnicos de exposição para a maioria das partes do corpo estão programados previamente no computador.


Capítulo 1. Seção 31. Adaptação da Técnica de Exposição aos Pacientes..

Em construção.


É responsabilidade do técnico selecionar a combinação dos fatores de exposição para obter a qualidade de radiografia desejada para cada região do corpo e padronizar esta qualidade. Uma vez que o técnico estabeleceu esta qualidade padrão, os desvios destes fatores de exposição devem ser mínimos. Estes fatores básicos devem ser ajustados para o tamanho de cada paciente a fim de manter uma qualidade uniforme. No entanto, não se pode obter a mesma definição para todas as pessoas devido a fatores congênitos e de desenvolvimento e a mudanças relacionadas com a idade e diferentes patologias. Alguns pacientes apresentam um padrão trabecular ósseo fino e diferenciado e outros não. É necessário levar em conta as diferenças individuais ao avaliar a qualidade das radiografias.



Capítulo 1. Seção 31. Adaptação da Técnica de Exposição aos Pacientes..

Em construção.


Determinadas condições patológicas exigem que o técnico faça compensações ao estabelecer a técnica de exposição (fig. 1-46).

Entre as condições selecionadas que precisam de uma diminuição dos fatores técnicos incluem-se as seguintes:

  • Idade avançada.
  • Pneumotórax.
  • Enfisema.
  • Caquexia.
  • Artrites degenerativas.
  • Atrofia.

Algumas situações, como as seguintes, exigem um aumento dos fatores técnicos a fim de poder penetrar a parte em estudo:

  • Pneumonia.
  • Derrame pleural.
  • Hidrocefalia.
  • Cardiomegalia.
  • Edema.
  • Ascite.
Figura 1-46 A. Radiografia de tórax em decúbito lateral direito na qual se aprecia um nível líquido (setas). A técnica de exposição radiográfica teve que ser aumentada em relação à técnica padrão a fim de demonstrar o nível líquido.
Figura 1-46 A. Radiografia de tórax em decúbito lateral direito na qual se aprecia um nível líquido (setas). A técnica de exposição radiográfica teve que ser aumentada em relação à técnica padrão a fim de demonstrar o nível líquido.
Figura 1-46 B. Radiografia de tórax em decúbito lateral esquerdo na qual se aprecia um nível hidroaéreo (setas). Foi necessário diminuir a técnica de exposição radiográfica em relação à padrão a fim de demonstrar o ar livre.
Figura 1-46 B. Radiografia de tórax em decúbito lateral esquerdo na qual se aprecia um nível hidroaéreo (setas). Foi necessário diminuir a técnica de exposição radiográfica em relação à padrão a fim de demonstrar o ar livre.


Capítulo 1. Seção 32. Instruções Prévias à Exposição.

Em construção.


O técnico deve instruir o paciente sobre a respiração e fazer com que o paciente pratique até que compreenda claramente as ações necessárias. Uma vez posicionado o paciente, mas antes de o técnico sair para realizar a exposição, este último deve fazer com que o paciente pratique novamente a respiração. Este passo requer alguns minutos, mas economiza muito tempo e a necessidade de repetir radiografias.

A inspiração (inalação) faz descer o diafragma e as vísceras abdominais, alonga e expande os campos pulmonares, eleva o esterno e o desloca anteriormente e eleva as costelas e diminui sua angulação nas proximidades da coluna. A expiração (exalação) eleva o diafragma e as vísceras abdominais, encurta os campos pulmonares, deprime o esterno e desce as costelas, aumentando sua angulação próxima à coluna.



Capítulo 1. Seção 32. Instruções Prévias à Exposição.

Em construção.


Durante os exames do tronco, a fase da respiração é importante. Quando é necessário realizar exposições durante uma respiração superficial, o paciente deve praticar uma respiração lenta e uniforme de forma que apenas se movam as estruturas situadas acima da que está sendo estudada. Quando se pretende o movimento dos pulmões e não das costelas, o paciente deve praticar uma respiração lenta e profunda uma vez que tenha sido aplicada uma faixa de compressão em torno do tórax. (A fase correta da respiração deve estar impressa nas instruções de cada posição para cada projeção no texto.)

A visão do técnico deve estar sempre fixa no paciente durante a realização da exposição. Isso evitará que uma exposição seja realizada se o paciente se mover ou respirar. É particularmente importante ao radiografar pacientes pediátricos, traumatológicos, inconscientes e alguns geriátricos.



Capítulo 1. Seção 33. Fatores Técnicos em Radiografia.

Em construção.


As variações na potência depositada pelo tubo de raios X permitem ao técnico controlar vários fatores técnicos fundamentais: os miliamperes (mA), o pico de quilovoltagem (kVp) e o tempo de exposição (segundos). O técnico seleciona os fatores específicos necessários para obter uma radiografia de qualidade utilizando o painel de controle do gerador, após consultar a tabela de técnicas. São utilizados sistemas manuais e de Controle de Exposição Automática (CEA) para estabelecer os parâmetros (fig. 1-47).

Figura 1-47: Aspecto de um painel de controle de um gerador de raios X onde os fatores de exposição estão definidos. Observe também a tabela de técnicas de exposição na parede. O técnico utiliza a tabela para definir a técnica em cada projeção que realiza.
Figura 1-47: Aspecto de um painel de controle de um gerador de raios X onde os fatores de exposição estão definidos. Observe também a tabela de técnicas de exposição na parede. O técnico utiliza a tabela para definir a técnica em cada projeção que realiza.

Os aspectos detalhados de cada fator técnico são expostos em cursos sobre física e obtenção de imagens. Devido à variedade de fatores de exposição e equipamentos utilizados na prática clínica, não são apresentados neste atlas fatores técnicos exatos. A tabela de técnicas de cada capítulo mostra um kVp aproximado e o contexto de detectores para CEA, conforme descrito mais adiante. Esses dois parâmetros não variam entre diferentes serviços. No entanto, mA, tempo de exposição, DFRI, telas, grades, CR, RDD, etc., são altamente variáveis e, portanto, não são listados.

QUILOVOLTAGEM NESTE ATLAS.

O parâmetro kVp é um fator crítico que controla a energia e a capacidade de penetração do feixe de raios X. Uma variedade de parâmetros de kVp é utilizada dependendo do tipo de geradores de raios X empregados, do tipo de grade usada e do contraste da radiografia finalizada. Por exemplo, uma técnica de 70 kVp com um gerador trifásico requer 80 kVp com um gerador de fase única para manter o mesmo nível de contraste.1 É mostrado um valor de kVp para cada projeção, essencial para geradores trifásicos (3-0). Estes são os valores de kVp que garantirão uma penetração adequada da parte do corpo em estudo e também um controle apropriado das doses.

CONTROLE DE EXPOSIÇÃO AUTOMÁTICA NESTE ATLAS.

Os geradores de raios X contêm sistemas de CEA complexos que requerem vários parâmetros para cada exposição (kVp, mA, cronômetro de apoio, controle de densidade, parâmetros de tela e escolha de sensores). Vários fatores, incluindo o tipo de exame, a técnica de mesa direta ou com Bucky, a colaboração do paciente e o tamanho do chassis, determinam quais parâmetros devem ser utilizados. Para projeções realizadas utilizando o CEA, é mostrada no texto uma seleção aproximada dos detectores para cada projeção essencial. As demais variáveis do CEA não são mostradas devido à ampla gama de parâmetros utilizados nos serviços de radiologia.



Capítulo 1. Seção 33. Fatores Técnicos em Radiografia.

Em construção.


JOELHO AP.

Posição do Paciente.

  • Paciente em posição supina com a perna estendida.
  • Ajusta-se o corpo do paciente de forma que a pelve não esteja rotacionada.

Posição da Parte em Estudo.

  • Centraliza-se o joelho sobre o RI (Receptor de Imagem) aproximadamente 1,3 cm abaixo do ápice da rótula.
  • Ajusta-se a perna de forma que os côndilos femorais fiquem paralelos ao RI.

Raio Central.

  • Certifique-se de que o raio central entre em um ponto situado 1,3 cm abaixo do ápice da rótula.
  • Dependendo da distância entre a EIAS (Espinha Ilíaca Antero-Superior) e a superfície superior da mesa, direciona-se o raio central da seguinte forma:
  • <19 cm: 3 a 5º em sentido caudal (pelve pequena).
  • 19 a 24 cm: 0º
  • >24 cm: 3 a 5º em sentido cefálico (pelve grande).

Parâmetros Técnicos.

kVp: 65.



Capítulo 1. Seção 34. ABREVIATURAS.

Em construção.


NOVAS ABREVIATURAS UTILIZADAS NO CAPÍTULO 1.

AP.
Anteroposterior.
ASRT.
American Society of Radiologic Technologists.
CAMRT.
Canadian Association of Medical Radiation Technologists.
CDC.
Centers for Disease Control and Prevention.
CEA.
Controle de Exposição Automática.
cm.
centímetros.
CR.
Radiografia Computada.
D.
Direita.
DCA.
Dispositivo de Cargas Acopladas.
DFP.
Distância Foco-Pele.
DFRI.
Distância Foco-Receptor de Imagem.
DMMO.
Dose Mediana na Medula Óssea.
DO.
Densidade Óptica.
DORI.
Distância Objeto-Receptor de Imagem.
I.
Esquerda.
kVp.
Pico de Quilovoltagem.
mA.
Miliamperes.
mAs.
Miliamperes-segundo.
NCRP.
National Council on Radiation Protection.
OAI.
Obliqua Anterior Esquerda.
OPD.
Obliqua Posterior Direita.
PA.
Póstero-anterior.
PI.
Placa de Imagem.
RC.
Raio Central.
RCo.
Radiologista Colaborador.
RDD.
Radiografia Digital Direta.
RI.
Receptor de Imagem.
TER.
Técnico Especialista em Radiodiagnóstico.

Veja no apêndice A um resumo de todas as abreviações utilizadas no volume 1.



Capítulo 1. Seção 35. Exercícios de Fixação.

Em construção.

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Capítulo 3. Anatomia geral e terminologia nas posições radiográficas.

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Capítulo 3. Seção 1. Anatomia geral.

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Capítulo 3. Seção 2. Osteologia.

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Capítulo 3. Seção 3. Artrologia.

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Capítulo 3. Seção 4. Marcas e características ósseas.

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Capítulo 3. Seção 5. Fraturas.

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Capítulo 3. Seção 5. Fraturas.

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Capítulo 3. Seção 6. Termos de relação anatômica.

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Capítulo 3. Seção 7. Terminologia das posições radiográficas.

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Capítulo 3. Seção 8. Terminologia sobre o movimento corporal.

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Capítulo 3. Seção 9. Terminologia médica.

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Capítulo 4. Extremidade superior.

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Capítulo 4. Seção 1. Mão.

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Capítulo 4. Seção 1. Mão.

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Capítulo 4. Seção 2. Antebraço.

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Capítulo 4. Seção 3. Braço.

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Capítulo 4. Seção 4. Articulações do membro superior.

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Capítulo 4. Seção 5. Almofadas de gordura.

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Capítulo 4. Seção 6. ABREVIATURAS.

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Capítulo 4. Seção 7. Radiografias – Procedimentos gerais.

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Capítulo 4. Seção 7-1-1. Dedos (segundo a quinto) – PROJEÇAO PA.

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Capítulo 4. Seção 7-1-2. Dedos (segundo a quinto) -PROJEÇÃO LATERAL – Lateromedial ou mediolateral.

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Capítulo 4. Seção 7-1-3. Dedos (segundo a quinto) -PROJEÇÃO OBLÍCUA PA – Rotação lateral.

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Capítulo 4. Seção 7-2-1. Primeiro dedo (polegar) – PROJEÇÃO AP.

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Capítulo 4. Seção 7-2-2. Primeiro dedo (polegar) – PROJEÇÃO PA.

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Capítulo 4. Seção 7-2-3. Primeiro dedo (polegar) – PROJEÇÃO LATERAL.

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Este projeto pretende oferecer uma vasta coleção de e-books gratuitos para que você possa desfrutar de conhecimento, cultura e entretenimento a qualquer hora e em qualquer lugar. Mantê-lo funcionando, atualizado e sem anúncios não é uma tarefa fácil — e precisamos da sua ajuda para continuar proporcionando esse serviço.
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Capítulo 4. Seção 7-2-4. Primeiro dedo (polegar) – PROJEÇÃO OBLÍCUA PA.

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Capítulo 4. Seção 7-2-4. Primeiro dedo (polegar) – PROJEÇÃO OBLÍCUA PA.

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Capítulo 4. Seção 7-2-5. Primeiro dedo (polegar) – Primeira articulação carpometacarpiana – PROJEÇÃO AP – MÉTODO DE ROBERT¹.

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Capítulo 4. Seção 7-2-5. Primeiro dedo (polegar) – Primeira articulação carpometacarpiana – PROJEÇÃO AP – MÉTODO DE ROBERT¹.

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Capítulo 4. Seção 7-2-6. Primeiro dedo (polegar) – Primeira articulação carpometacarpiana – PROJEÇÃO AP – MÉTODO DE BURMAN¹.

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Capítulo 4. Seção 7-2-6. Primeiro dedo (polegar) – Primeira articulação carpometacarpiana – PROJEÇÃO AP – MÉTODO DE BURMAN¹.

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Capítulo 4. Seção 7-2-7. Primeiro dedo (polegar) – Primeira articulação metacarpofalángica – PROJEÇÃO PA – MÉTODO DE FOLIO¹.

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Capítulo 4. Seção 7-3-2. Mão – OBLÍCUA PA – Rotação lateral.

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Capítulo 4. Seção 7-4-4. Punho – PROJEÇÃO PA OBLÍCUA – Rotação lateral.

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Capítulo 4. Seção 7-4-5. Punho – PROJEÇÃO PA – Desvio radial¹.

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Capítulo 4. Seção 7-4-6. Punho – Escafoides – PROJEÇÃO PA AXIAL – MÉTODO DE STECHER¹.

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Capítulo 4. Seção 7-4-7. Punho – Series de escafoides – PROJEÇÕES PA e PA AXIAL – MÉTODO DE RAFERT-LONG¹ – Desvio cubital.

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Capítulo 4. Seção 7-4-7-1. Úmero distal – PROJEÇÃO PA AXIAL.

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Capítulo 4. Seção 7-4-8. Punho – Trapézio – PROJEÇÃO PA AXIAL OBLÍCUA – MÉTODO DE CLEMENTS-NAKAYAMA¹.

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Capítulo 4. Seção 7-4-8-1. Apófisis olecraneana (olécranon) – PROJEÇÃO PA AXIAL.

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Capítulo 4. Seção 7-4-9. Punho – Ponte do carpo – PROJEÇÃO TANGENCIAL.

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Capítulo 4. Seção 7-4-9-1. Úmero – PROJEÇÃO AP em vertical.

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Capítulo 4. Seção 7-4-10. Punho – Canal carpiano – PROJEÇÕES TANGENCIAIS – MÉTODO DE GAYNOR-HART¹.

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Este novo app Tecnologia Radiológica - Uma abordagem simplificada, foi desenvolvido com a intenção de oferecer aos estudantes uma base metodológica para a execução correta das projeções utilizadas no diagnóstico por imagem. Após introduzir princípios de radiologia, proteção radiológica e terminologia, a obra organiza o estudo anatômico e das técnicas de posicionamento em capítulos específicos para cada sistema ósseo e órgão.

O material orienta o aluno na padronização das incidências radiográficas, assegurando a obtenção de imagens diagnósticas adequadas para a interpretação médica. Inclui tanto projeções rotineiras quanto técnicas menos utilizadas, ampliando a abrangência e a utilidade do atlas como manual de referência.

A última parte deste app aborda modalidades especiais de imagem, incluindo radiologia móvel, radiologia cirúrgica, radiologia aplicada ao paciente geriátrico, tomografia computadorizada, cateterismo cardíaco, ressonância magnética, ultrassonografia, medicina nuclear e radioterapia.

Assim, o app Tecnologia Radiológica - Uma abordagem simplificada constitui uma ferramenta essencial tanto na formação acadêmica quanto na prática clínica dos profissionais de diagnóstico por imagem, fornecendo diretrizes técnicas fundamentais para a execução segura e precisa dos exames.

Em radiologia, é fundamental seguir procedimentos adequados para garantir imagens de qualidade diagnóstica. Este capítulo aborda os passos preliminares essenciais na realização de radiografias, desde a preparação do paciente até a avaliação final da imagem.

A precisão e o cuidado nos detalhes são essenciais em cada exploração radiológica. O profissional da radiologia deve estar muito familiarizado com as densidades radiográficas produzidas pelas estruturas anatômicas normais.


00-modelo.

Em construção.

00-modelo.

Em construção.


ÍNDICE GERAL.


00-modelo.

Em construção.


Deve ser completado com precisão cada passo na hora de um procedimento radiográfico para garantir que a máxima quantidade de informação fica registrada na imagem. Esta informação que resulta da realização de uma exploração radiológica demonstra geralmente a presença ou ausência de uma alteração ou traumatismo. Esta informação ajuda no diagnóstico e tratamento do paciente. A precisão e o cuidado nos detalhes são essenciais em cada exploração radiológica.

O profissional da radiologia deve estar muito familiarizado com as densidades radiográficas produzidas pelas estruturas anatômicas normais. Para desenvolver a capacidade de analisar adequadamente as radiografias e de corrigir ou evitar erros na hora de levar a cabo uma exploração, o técnico deve analisar as radiografias desde os seguintes pontos de vista:

  1. Superposição: deve-se revisar a relação das superposições anatômicas com seu tamanho, forma, posição e angulação.
  2. Estruturas adjacentes: cada estrutura anatômica deve ser comparada com as adjacentes e analisada para garantir que dita estrutura se encontra presente e se demonstra adequadamente.
  3. Densidade óptica (DO): também conhecida como o grau de escurecimento da placa, a densidade óptica de uma radiografia deve encontrar-se dentro de uma faixa diagnóstica. Se uma radiografia está muito clara ou escura torna-se difícil ou impossível um diagnóstico preciso (fig. 1-2). Se for precisa uma modificação da técnica, devem ser considerados cada um dos seguintes fatores primários que controlam a densidade:
    • Miliamperes (mA)
    • Tempo de exposição (segundos)
    • Miliamperes-segundo (mAs)

Figura 1-2: É necessária densidade radiográfica suficiente para realizar um diagnóstico.

Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição
Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.
  1. Contraste: o contraste, ou a diferença em densidade entre duas zonas quaisquer de uma radiografia, deve ser o suficiente como para permitir a diferenciação radiográfica de estruturas adjacentes com diferentes densidades teciduais. Produz-se uma ampla faixa de níveis de contraste entre a variedade de explorações radiográficas levadas a cabo (fig. 1-3). Uma imagem de baixo contraste apresenta muitos níveis de densidade, enquanto que uma imagem com alto contraste só mostra uns poucos níveis. O fator principal que controla o contraste radiográfico é o pico de quilovoltagem (kVp).

Figura 1-3: É necessário um contraste suficiente para se obter um diagnóstico. São mostradas duas escalas diferentes de contraste no cotovelo.

Figura 1-3 A - Escala ampla (baixo contraste).
Figura 1-3 A - Escala ampla (baixo contraste).
Figura 1-3 B - Escala curta (contraste elevado).
Figura 1-3 B - Escala curta (contraste elevado).
  1. Detalhes registrados: o detalhe recolhido, ou a capacidade de visualizar estruturas pequenas, deve ser suficiente como para demonstrar claramente a parte anatômica em estudo (fig. 1-4). O detalhe registrado é controlado principalmente pelo seguinte:
    • Geometria
    • Placa
    • PI de fósforo (digital)
    • Painel detector plano (digital)
    • Distância
    • Tela
    • Tamanho do ponto focal
    • Movimento

Figura 1-4: Diferentes níveis de registro do detalhe.

Figura 1-4 A - É possível apreciar um registro excelente dos detalhes através desta radiografia das artérias da cabeça.
Figura 1-4 A - É possível apreciar um registro excelente dos detalhes através desta radiografia das artérias da cabeça.
Figura 1-4 B - Registro escasso dos detalhes. Observe as margens borradas das artérias e das estruturas ósseas nesta imagem (setas).
Figura 1-4 B - Registro escasso dos detalhes. Observe as margens borradas das artérias e das estruturas ósseas nesta imagem (setas).
  1. Ampliação: deve-se avaliar a ampliação da parte corporal tendo em conta os fatores que a controlam da distância objeto-receptor de imagem (DORI), ou o quão afastada se encontra a parte corporal do RI e a distância foco-receptor de imagem (DFRI), ou o quão afastado se halla o tubo do RI. Todas as radiografias apresentam algum grau de ampliação porque todas as partes do corpo são tridimensionais (fig. 1-5).

Figura 1-5: Magnificação de uma parte do corpo.

Figura 1-5 A. Projeção AP do cotovelo com um nível de magnificação normal.
Figura 1-5 A. Projeção AP do cotovelo com um nível de magnificação normal.
Figura 1-5 B. A mesma projeção com o cotovelo magnificado.
Figura 1-5 B. A mesma projeção com o cotovelo magnificado.
  1. Distorção da forma: deve-se analisar a distorção da forma da parte corporal e estudar os seguintes fatores que a controlam de forma primária:
    • Alinhamento
    • Raio central
    • Parte anatômica
    • RI
    • Angulação

Um exemplo de distorção da forma é quando um osso se projeta mais alongado ou encurtado do que realmente é. Uma distorção é uma representação equivocada do tamanho ou a forma de qualquer estrutura anatômica (fig. 1-6).

Figura 1-6: Distorção de uma parte do corpo.

Figura 1-6 A. Escápula óssea não distorcida.
Figura 1-6 A. Escápula óssea não distorcida.
Figura 1-6 B. O mesmo osso projetado com encurtamento em relação a A e distorcido.
Figura 1-6 B. O mesmo osso projetado com encurtamento em relação a A e distorcido.

São chaves um extenso conhecimento da anatomia e uma capacidade para analisar corretamente as radiografias, especialmente para aqueles técnicos que trabalham sem um radiologista de presença constante. Neste último caso o médico do paciente deve poder delegar no técnico para que realize a fase técnica das explorações sem supervisão.




APRESENTAÇÃO DAS RADIOGRAFIAS

As radiografias geralmente são apresentadas de acordo com as preferências do médico que as interpreta. Como os métodos de apresentação das imagens radiográficas foram desenvolvidos em grande parte através de costumes, não há regras fixas estabelecidas. No entanto, o radiologista, que é o responsável por realizar o diagnóstico com base na exploração radiográfica, e o técnico, que é quem realiza a exploração, seguem padrões tradicionais de prática, independentemente de como as radiografias sejam colocadas no dispositivo de visualização. Na prática clínica, o dispositivo de visualização é geralmente denominado negatoscópio.

POSIÇÃO ANATÔMICA

As radiografias geralmente são colocadas e orientadas no negatoscópio de forma que a pessoa que olha as imagens veja a parte corporal analisada na posição anatômica. A posição anatômica refere-se ao paciente em bipedestação com o rosto e os olhos direcionados para frente, os braços estendidos para os lados com as palmas das mãos direcionadas para frente, os calcanhares juntos e os dedos grandes dos pés apontando anteriormente (fig. 1-7). Quando uma radiografia é mostrada desta forma, o lado esquerdo do paciente está situado à direita do observador e vice-versa (fig. 1-8). Os profissionais da medicina sempre descrevem o corpo, uma parte dele ou um movimento corporal a partir da posição anatômica.

Figura 1-7: Paciente na posição anatômica. A maioria das radiografias é colocada no negatoscópio com as partes do corpo de acordo com esta posição.
Figura 1-7: Paciente na posição anatômica. A maioria das radiografias é colocada no negatoscópio com as partes do corpo de acordo com esta posição.
Figura 1-8: Radiologista interpretando a radiografia do ombro esquerdo do paciente.
Figura 1-8: Radiologista interpretando a radiografia do ombro esquerdo do paciente.

Observe que a radiografia está colocada no negatoscópio com o lado esquerdo do paciente no lado direito do observador. O radiologista visualizou espacialmente a anatomia do paciente na posição anatômica e colocou então a radiografia no negatoscópio nessa posição.

Posteroanterior e anteroposterior

Na figura 1-9, A, ilustra-se a parte anterior (frontal) do tórax de um paciente posicionado com a parte mais próxima ao RI para uma projeção posteroanterior (PA). A figura 1-9, B, ilustra a parte posterior (costas) do tórax do paciente como a mais próxima ao RI para uma projeção anteroposterior (AP). Independentemente de qual seja a superfície corporal anterior ou posterior mais próxima ao RI, a radiografia geralmente é posicionada na posição anatômica (fig. 1-10). (A terminologia sobre as posições é descrita em detalhes no capítulo 3.)

figuras 1-9 e 1-10: Ambas as radiografias mostram corretamente a anatomia na posição anatômica apesar de o paciente ter sido posicionado de forma diferente. Observe que o lado esquerdo do paciente fica à sua direita, como se o paciente estivesse olhando para você de frente.

Figura 1-9 A. Paciente posicionado para uma projeção PA do tórax. A parte anterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-9 A. Paciente posicionado para uma projeção PA do tórax. A parte anterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-10 A. Projeção PA do tórax.
Figura 1-10 A. Projeção PA do tórax.
Figura 1-9 B. Paciente posicionado para uma projeção AP do tórax. A parte posterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-9 B. Paciente posicionado para uma projeção AP do tórax. A parte posterior do tórax é a mais próxima ao RI.
Figura 1-10 B. Projeção AP do tórax do mesmo paciente de A.
Figura 1-10 B. Projeção AP do tórax do mesmo paciente de A.

As exceções a estas diretrizes incluem as mãos, os dedos, os punhos, os pés e os dedos do pé. As radiografias de mãos, dedos e punhos geralmente são apresentadas com os dedos direcionados para o teto. As radiografias dos pés e seus dedos também são colocadas no negatoscópio com os dedos apontando para o teto. As radiografias de mãos, punhos, pés e dedos são vistas da perspectiva do tubo de raios X, ou exatamente como a anatomia foi projetada sobre o RI (figs. 1-11 e 1-12). Esta perspectiva significa que a pessoa que está olhando as radiografias está na mesma posição que o tubo de raios X.

Figura 1-11 Posicionamento adequado do paciente e da parte do corpo em estudo para uma projeção PA da mão esquerda.
Figura 1-11 Posicionamento adequado do paciente e da parte do corpo em estudo para uma projeção PA da mão esquerda.
Figura 1-12 A. Mão esquerda posicionada sobre o RI. Esta vista é tirada da perspectiva do tubo de raios X.
Figura 1-12 A. Mão esquerda posicionada sobre o RI. Esta vista é tirada da perspectiva do tubo de raios X.
Figura 1-12 B. A radiografia da mão esquerda é colocada no negatoscópio da mesma forma, com os dedos direcionados para cima.
Figura 1-12 B. A radiografia da mão esquerda é colocada no negatoscópio da mesma forma, com os dedos direcionados para cima.

Radiografias laterais

As radiografias laterais são obtidas com o lado direito ou esquerdo do paciente posicionado junto ao RI. Geralmente são colocadas no negatoscópio com a mesma orientação como se o observador estivesse olhando para o paciente da perspectiva do tubo de raios X pelo lado onde os raios X entram inicialmente no paciente; exatamente como as radiografias das mãos, os punhos, os pés e os dedos. Outra forma de descrever é apresentar a radiografia de forma que o lado do paciente mais próximo ao RI durante o procedimento seja também o lado da imagem mais próximo ao negatoscópio. Por exemplo, na figura 1-13 apresenta-se um paciente posicionado para uma radiografia lateral esquerda do tórax. A radiografia lateral esquerda do tórax é colocada no negatoscópio como mostrado na figura 1-14. Uma posição torácica lateral direita e sua radiografia acompanhante estariam e seriam mostradas de forma oposta às mostradas nas figuras 1-13 e 1-14.

Figura 1-13 Posicionamento adequado de um paciente para uma radiografia lateral do tórax. Observe que a parte esquerda do paciente é a que fica de frente para o RI.
Figura 1-13 Posicionamento adequado de um paciente para uma radiografia lateral do tórax. Observe que a parte esquerda do paciente é a que fica de frente para o RI.
Figura 1-14 Radiografia lateral esquerda do tórax, posicionada no negatoscópio de acordo com a anatomia visível da perspectiva do tubo de raios X.
Figura 1-14 Radiografia lateral esquerda do tórax, posicionada no negatoscópio de acordo com a anatomia visível da perspectiva do tubo de raios X.

Radiografias oblíquas

As radiografias oblíquas são obtidas quando o corpo do paciente é rotacionado de forma que a projeção obtida não seja frontal, posterior ou lateral (fig. 1-15). Estas radiografias são vistas com a anatomia do paciente na posição anatômica (fig. 1-16).

Figura 1-15 Paciente posicionado em posição oblíqua anterior esquerda (OAE) para a obtenção de uma projeção PA oblíqua do tórax.
Figura 1-15 Paciente posicionado em posição oblíqua anterior esquerda (OAE) para a obtenção de uma projeção PA oblíqua do tórax.
Figura 1-16 A radiografia PA oblíqua do tórax é posicionada no negatoscópio com a anatomia na posição anatômica. Observe que o lado esquerdo do paciente fica à sua direita, como se o paciente estivesse olhando para você de frente.
Figura 1-16 A radiografia PA oblíqua do tórax é posicionada no negatoscópio com a anatomia na posição anatômica. Observe que o lado esquerdo do paciente fica à sua direita, como se o paciente estivesse olhando para você de frente.

Outras radiografias

Ao longo deste atlas são descritas muitas outras projeções radiográficas que são realizadas com bastante menor frequência. O método mais frequente de apresentação destas radiografias utilizado no departamento de radiologia e na maioria das áreas da prática clínica é geralmente a posição anatômica ou a perspectiva do tubo de raios X; no entanto, há exceções. Alguns médicos preferem visualizar todas as radiografias da perspectiva do tubo de raios X em vez da posição anatômica. O neurocirurgião, por exemplo, opera pela parte posterior do corpo e não visualiza, portanto, as radiografias da coluna nem da posição anatômica nem da perspectiva do tubo de raios X. As radiografias são mostradas com o lado direito do paciente no lado direito do neurocirurgião, como se este estivesse vendo a parte posterior do paciente. O que o cirurgião está visualizando na radiografia é exatamente o que se vê na área do corpo aberta durante a intervenção cirúrgica.



Capítulo 1. Passos Preliminares de uma Radiografia.

Em construção.


Em radiologia, é fundamental seguir procedimentos adequados para garantir imagens de qualidade diagnóstica. Este capítulo aborda os passos preliminares essenciais na realização de radiografias, desde a preparação do paciente até a avaliação final da imagem.

A precisão e o cuidado nos detalhes são essenciais em cada exploração radiológica. O profissional da radiologia deve estar muito familiarizado com as densidades radiográficas produzidas pelas estruturas anatômicas normais.

Figura 1-2: É necessária densidade radiográfica suficiente para realizar um diagnóstico.

Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição
Figura 1-2-A. Radiografia do joelho com densidade insuficiente. Está muito clara para realizar um diagnóstico e requer sua repetição
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-B. Radiografia do joelho com densidade adequada. Podem-se ver todos os aspectos ósseos do joelho, incluindo o detalhe das partes moles ao redor do osso.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.
Figura 1-2-C. Radiografia do joelho com densidade excessiva. Não se pode fazer o diagnóstico e requer repetir a radiografia.


Capítulo 1. Seção 1. Ética na tecnologia radiológica.

Em construção.


Ética é o termo que se aplica à responsabilidade moral dos profissionais de saúde e à ciência da conduta apropriada perante outros. O trabalho dos profissionais de saúde exige regras estritas de conduta. O médico, que é responsável pelo bem-estar do paciente, depende da honestidade absoluta e integridade de todos os profissionais de saúde para a execução de suas ordens e a comunicação de erros.



Capítulo 1. Seção 1. Ética na tecnologia radiológica.

Em construção.


CÓDIGO DE ÉTICA DA ASRT.

  1. O TER comporta-se de forma profissional, responde às necessidades dos pacientes e apoia seus colegas e colaboradores na hora de proporcionar um atendimento de qualidade aos pacientes.
  2. O TER age para avançar o principal objetivo da profissão: proporcionar serviços humanitários com total respeito pela dignidade da condição humana.
  3. O TER presta assistência e serviços aos pacientes não limitados por atributos pessoais ou pela natureza da doença ou patologia e sem discriminações por causa de sexo, raça, crença, religião ou status socioeconômico.
  4. O TER aplica uma tecnologia baseada em conhecimentos e conceitos teóricos, utiliza os equipamentos e acessórios adequados para o fim para o qual foram desenhados e leva a cabo os procedimentos e técnicas de forma apropriada.
  5. O TER avalia as situações; procede com cuidado, discrição e julgamento; assume as responsabilidades das decisões profissionais e age no melhor interesse do paciente.
  6. O TER age como um agente através da observação e da comunicação com o fim de obter a informação pertinente para que o médico ajude no diagnóstico e tratamento do paciente. Reconhece que a interpretação e o diagnóstico encontram-se fora dos limites da prática de sua profissão.
  7. O TER utiliza equipamentos e acessórios; emprega técnicas e procedimentos; leva a cabo trabalhos de acordo com os padrões aceitos da prática, e demonstra sua experiência na hora de minimizar a exposição à radiação do paciente, de si mesmo e de outros membros da equipe de saúde.
  8. O TER guia-se segundo a conduta ética adequada para sua profissão e protege o direito do paciente a um atendimento de tecnologia radiológica de qualidade.
  9. O TER respeita a confiança que nele é depositada no curso de sua prática profissional, respeita o direito do paciente à sua privacidade e só revela informação confidencial de acordo com a lei ou para proteger o bem-estar do indivíduo ou da comunidade.
  10. O TER esforça-se continuamente para melhorar seu conhecimento e capacidades participando de atividades educacionais e profissionais, compartilhando conhecimentos com seus colegas e pesquisando aspectos novos e inovadores da prática profissional. Um meio disponível para melhorar os conhecimentos e capacidades é a educação profissional continuada.

CÓDIGO DE ÉTICA DA CAMRT.

O código de ética, adotado em junho de 1991, requer que todos os membros façam o seguinte:

  • Forneçam serviços com dignidade e respeito a todas as pessoas independentemente de sua raça, origem nacional ou étnica, cor, sexo, religião, idade, tipo de doença e situação física ou mental.
  • Estimulem a confiança do público através de elevados padrões de competência profissional, conduta e aparência.
  • Levem a cabo todos os procedimentos técnicos com a devida atenção aos padrões atuais sobre segurança frente à radiação.
  • Realizem só aqueles procedimentos para os quais tenham a qualificação necessária a não ser que tais procedimentos lhes tenham sido adequadamente delegados pela autoridade médica responsável, tendo recebido a formação precisa até um nível aceitável de competência.
  • Exerçam só aquelas disciplinas da técnica radiológica médica para as quais disponham de certificação da CAMRT e das quais tenham competências atuais.